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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MCE

Bases Biológicas das Emoções (1 º Sem 2018/2019)

Código: 00120
Acrónimo: 00120
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 24.0 h/sem 12.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 37.0 h/sem 113.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2017/2018
Pré-requisitos
Objectivos Os objetivos gerais são levar os estudantes a conhecer as emoções a partir da sua origem e funções primordiais, dos seus pilares, estruturas do cérebro e mecanismos neurofisiológicos, e ajudá-los a ultrapassar antigos mal-entendidos em ciências sociais e humanas acerca das bases biológicas das emoções e do comportamento, mostrando como se articulam as bases biológicas, experiência, cultura e alterações voluntárias do comportamento, construindo pontes para outras disciplinas e para uma visão transdisciplinar, atualizada e aplicada das emoções.
Programa CP1.Emoções e outros estados afetivos.As emoções como adaptações biológicas, resultantes de mecanismos evolutivos.
CP2.Noções básicas de evolução e genética.
CP3.A evolução do sistema nervoso dos vertebrados e a evolução do comportamento e emoções.Relação emoções-comportamento
CP4.Relação entre estruturas do cérebro/ \neurotransmissores e estados emocionais.
CP5.Métodos e técnicas para estudar as bases biológicas das emoções.O contributo das neurociências e da Psicologia comparativa.
CP6.O conceito de Sistemas Emocionais Básicos.
CP7.Bases evolutivas e neuroquímicas da vinculação e do amor.Relação entre comportamento e química do afeto.Semelhanças e diferenças entre dependência afetiva e adição química
CP8.Empatia Emocional e função no estabelecimento de laços afetivos; recentes descobertas sobre evolução e substrato neurofisiológico.
CP9.Contributo dos novos conhecimentos sobre bases biológicas da emoção em diversas áreas (e.g., desenvolvimento, saúde, trabalho).
Processo de avaliação Os estudantes poderão optar por uma de  duas formas de avaliação: avaliação contínua ou exame final.
A avaliação contínua é obtida através de um teste, um trabalho individual, e fichas-relatório das aulas práticas, com as seguintes ponderações: Fichas das PLs (15%); Trabalho escrito: (40%); Teste (45%) Terão aprovação nesta UC, estudantes com classificação final igual ou superior a 9.5. Os estudantes deverão comparecer em pelo menos 75% das aulas.
Processo de ensino-aprendizagem É encorajada a participação com questões/exemplos e solicitando esclarecimentos/detalhe e ideias sobre a aplicação dos conhecimentos. O trabalho individual exigirá a pesquisa de artigos inovadores e a sua análise aplicada a um dos tópicos da matéria.
Observações
Bibliografia básica Buss, D (2014). Comment: evolutionary criteria for considering an emotion "Basic": Jealousy as an illustration. Emotion Review, 6 (4): 1-3.
Damásio, A. (1994). Descartes error. New York: G.P. Putnam.
Decety, J. & Ickes, W. (2009). The social neuroscience of empathy. Cambridge, Mass.: MIT Press.
Lewis, M., Haviland Jones, J.M. & Barrett, L.F. (2010). Handbook of emotions (3rd Edition). New York: The Guilford Press.
Panksepp J. & Yovell Y. (2014) . Preclinical modeling of primal emotional affects (Seeking, Panic and Play): Gateways to the Development of New Treatments for Depression. Psychopathology, 47(6): 408-416.
Pina, M. & Gonthier, N. (2014). The Evolution of social communication in primates. Interdisciplinary evolution research. New York: Springer.
Toates, F. (2011). Biological psychology (3rd Ed.). Harlow, England: Pearson Education Limited.
Bibliografia complementar Donaldson, Z.R. & Young, L.J. (2008). Oxytocin, Vasopressin, and the Neurogenetics of Sociality. Science 322, 900-904
Galese, V. (2001). The Shared Manifold Hypothesis From Mirror Neurons To Empathy. Journal of Consciousness Studies, 8 (57), 33-50.
Gaspar , A. (2014) . Neurobiologia e Psicologia da Empatia. Pontos de partida para a investigação e intervenção da promoção da empatia. In: A.C. Caldas e P. Hanenberg. (Eds), O Cérebro: o que a ciência nos diz. Número Especial da Revista Povos  e Culturas,18, 159-174. Lisboa: CEPCEP, Universidade Católica Portuguesa.
Gaspar, A., Esteves, F. and Arriaga, P. (2014). On prototypical facial expressions vs variation in facial behavior: lessons learned on the "visibility" of emotions and the evolution of facial expressions  from measuring facial actions in humans and apes. In M. Pina and N. Gontier (Eds), The Evolution of Social Communication in Primates: A Multidisciplinary Approach, (new series) Interdisciplinary Evolution Research. New York: Springer.
Iacoboni, M. (2009). Imitation, Empathy, and Mirror Neurons Annual Review of Psycholgy, 60, 653-70.
Kinsley, C.H. & Lambert, K.G. (2006). The Maternal Brain. Scientific American, 72-79.
LeDoux, J. (1998). The Emotional Brain. The Mysterious Underpinnings of Emotional Life: New York: Simon & Schuster.
Panksepp, J. (2004). Affective Neuroscience. The Foundations of human and animal emotions. Oxford: Oxford University Press.
Panksepp, J. (2005). Affective consciousness: Core emotional feelings in animals and humans. Consciousness and Cognition, 14 (1), 30-80.
Razzolati, G. Fogassi, L. & Galese, V (2006). Mirrors in the Mind. Scientific American, 54-61
Reeve, J. (2009). Understanding Motivation and Emotion. NY: John Wiley & Sons.
Smith, A. (2006). Cognitive Empathy and Emotional Empathy in human Behavior and Evolution. The Psychological Record, 56, 3-21.
Zimmer, C. (2003). Evolution: The Triumph of an Idea: from Darwin to DNA. New South Wales: Arrow Books

Serão disponibilizados outros artigos por tema/aula aos estudantes