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Atitudes e Comportamentos de Saúde
(1
º Sem
2019/2020)
Código:
00153
Acrónimo:
00153
Nível:
2º Ciclo
Estruturante:
Não
Língua(s) de Ensino:
Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das
seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1
6.0
0.0 h/sem
24.0 h/sem
12.0 h/sem
0.0 h/sem
0.0 h/sem
0.0 h/sem
1.0 h/sem
37.0 h/sem
113.0 h/sem
0.0 h/sem
150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo
2018/2019
Pré-requisitos
Não tem
Objectivos
Com esta UC pretende-se fornecer os quadros teóricos da Psicologia Social e da Psicologia da Saúde que têm sido utilizados na compreensão, previsão e mudança de comportamentos de saúde. É dada relevância às principais abordagens na prevenção da saúde com enfoque a nível individual: modelos deliberativos e modelos automáticos de mudança comportamental ao nível da saúde. Esta UC visa ainda fornecer conhecimentos e competências para a aplicação de métodos de modificação dos determinantes individuais de comportamentos de saúde.
Programa
CP1-Introdução à Psicologia Social da Saúde 1. Do modelo biomédico a uma perspectiva biopsicossocial 2. Determinantes psicossociais dos comportamentos de saúde 3. Para que servem as teorias?
CP2-Modelos deliberativos sobre previsão de comportamentos de saúde: 1. Modelos clássicos 2. Modelos de iniciação comportamental e de auto-regulação 3. Modelos por estádios 4. Limites dos modelos deliberativos e novas perspectivas.
CP3 - Aspetos não deliberados / automáticos dos comportamentos em contexto de saúde: 1. Distinção entre processos automáticos e controlados 2. Efeitos automáticos em contextos de saúde: hábitos, enviesamentos cognitivos e seus determinantes.
CP4-Métodos e estratégias de intervenção de nível individual: 1. Métodos e estratégias de intervenção sobre determinantes sociocognitivos dos comportamentos de saúde 2. Métodos de intervenção sobre aspetos automáticos do comportamento individual: intervenções contextuais e cognitivas.
Processo de avaliação
Em regime de avaliação contínua, o/as aluno/as deverão realizar: 1. Elaboração escrita de relatório (em grupo) (25%); 2. Apresentação oral (em grupo) (10%) e elaboração escrita das Fichas Técnicas sobre Métodos de Intervenção (20%); 3. Frequência no final do semestre (45%).
Ficam aprovados o/as aluno/as que tiverem em todas as avaliações notas superiores a 9.5 valores. O/as aluno/as que não estiverem neste regime ou que reprovem, poderão ser avaliados por exame final.
Processo de ensino-aprendizagem
A UC está estruturada em aulas com componentes teóricas e práticas (TP) e em práticas laboratoriais (PL). Nas componentes teóricas das TP, são apresentados os conceitos básicos e as teorias de referência. Nas componentes práticas das TP, são realizados exercícios de grupo sobre a aplicação dos quadros teóricos a problemas de saúde. O treino das competências envolvidas na aplicação dos métodos de intervenção será realizado em pequenos grupos nas práticas laboratoriais.
Observações
Bibliografia básica
Conner, M., & Norman P. M. (2005). Predicting health behaviour: Research and practice with social cognition models (2nd Edition). Maidenhead: Open University Press. Lima, M.L., Bernardes, S. F, & Marques, S. (2014, Eds.). Psicologia Social da saúde: Investigação e Intervenção em Portugal (Vol.1). Lisboa: Sílabo. Ogden, J (2000) . Psicologia da Saúde (2ª edição). Lisboa: Climepsi. Wiers, R.W., Houben, K., Roefs, A., de Jong, P., Hofmann, W., & Alan W. Stacy, A. W.(2010) Implicit cognition in Health psychology: Why Common Sense Goes Out the Window. In B. Gawronski & B. K. Payne (Eds.), Handbook of Implicit Social Cognition: Measurement, Theory, and Applications (pp. 463-488). New York: The Guilford Press. Wood, W., & Runger, D. (2016). Psychology of Habit. Annual Review of Psychology, 67, 11.1-11.26.
Bibliografia complementar
Albery, I.P. & Munafò, M. (2008). Key concepts in health psychology. London: SAGE Publications Bartholomew L, Parcel G, Kok G, & Gottlieb N (2011). Planning Health Promotion Programs: An Intervention Mapping Approach (3ª Ed.). SF: Jossey-Bass. Browning, C. J., & Thomas, S. A. (2005; Eds.). Behavioural change : an evidence-based handbook for social and public health. London: Elsevier. Cameron, L.D., & Leventhal, H. (2003, Eds.). The self-regulation of health and illness behaviour. London: Routledge. Carver, C. S., & Scheier, M. F. (2000). On the structure of behavioral self-regulation. In M. Boekaerts, P. R. Pintrich and M. Zeidner, Handbook of self-regulation (pp. 41-84). New York: Elsevier Academic Press. Gawronski, B., & Bodenhausen, G. V. (2006). Associative and propositional processes in evaluation: An integrative review of implicit and explicit attitude change. Psychological Bulletin, 132, 692-731. Glanz, K., Rimer, B.K., & Viswanath, K. (Eds.) (2008). Health behaviour and health education:Theory, research and practice (4th edition). San Francisco, CA: Jossey Bass. Godinho, C. A., Alvarez, M.-J., Lima, M. L., & Schwarzer, R. (2014). Will is not enough: Coping planning and action control as mediators in the prediction of fruit and vegetable intake. British Journal of Health Psychology, 19(4), 856-870.. Hassin, R., Uleman, J., & Bargh, J. (Eds.). (2005). The new unconscious. New York: Oxford University Press Hall, P. A., & Fong, G. T. (2007). Temporal self-regulation theory: A model for individual health behavior. Health Psychology Review, 1(1), 6-52. Hofmann, W., Friese, M., & Strack, F. (2009). Impulse and self-control from a dual-systems perspective. Perspectives on Psychological Science, 4(2), 162-176. Hofmann, W., Schmeichel, B. J., & Baddeley, A. D. (2012). Executive functions and self-regulation. Trends in Cognitive Sciences, 16, 174-180. Moors, A., & De Houwer, J. (2007). What is automaticity? An analysis of its component features and their interrelations. In J. A. Bargh (Ed.), Social psychology and the unconscious: The automaticity of higher mental processes (pp. 11-50). New York: Psychology Press. Jones, A., Hardman, C. A., Lawrence, N., & Field, M. (2017). Cognitive training as a potential treatment for overweight and obesity: A critical review of the evidence. Appetite, 124, 50-67. Lally, P., & Gardner, B. (2013). Promoting habit formation. Health Psychology Review, 7(sup1), S137-S158. Langer, E. (1990). Mindfulness. Cambridge, MA: Perseus Books. Michie, S. F., West, R., Campbell, R., Brown, J., & Gainforth, H. (2014). ABC of behaviour change theories. Silverback Publishing. Stroebe, W. (2011). Social psychology and health (3rd ed.). Maidenhead, UK: Open University Press. Papies, E. K. (2016). Health goal priming as a situated intervention tool: how to benefit from nonconscious motivational routes to health behaviour. Health Psychology Review, 10, 408-424. Papies, E. K. (2017). Situating interventions to bridge the intention-behaviour gap: A framework for recruiting nonconscious processes for behaviour change. Social and Personality Psychology Compass, 11, e12323. Papies, E. K., & Aarts, H. (2017). Automatic self-regulation: From habit to goal pursuit. In K. Vohs & R. Baumeister (Eds.), Handbook of self-regulation: Research, theory, and applications, 3rd ed. (pp. 203-222). New York: The Guilford Press. Papies, E. K., & Barsalou, L. W. (2015). Grounding desire and motivated behavior: A theoretical framework and review of empirical evidence. In W. Hofmann & L. F. Nordgren (Eds.), The psychology of desire (pp. 36-60) New York: The Guilford Press Stroebe, W., & Stroebe, M.S. (1995). Psicologia Social e Saúde. Lisboa: Instituto Piaget. Taylor, S. E. (2011). Health psychology (8th ed.). New York: McGraw Hill. Vinagre, M.G., & Lima, M.L. (1998). Os acidentes infantis: factores socio-cognitivos do comportamento de prevenção dos pais face ao risco de intoxicação da criança no espaço doméstico. Análise Psicológica, XVI, 41-48. van Beurden, S. B., Greaves, C. J., Smith, J. R., & Abraham, C. (2016). Techniques for modifying impulsive processes associated with unhealthy eating: A systematic review. Health Psychology, 35(8), 793. Vohs, K. D., & Baumeister, R. F. (Eds.). (2016). Handbook of self-regulation: Research, theory, and applications. Guilford Publications. Webb, T. L., & Sheeran, P. (2006). Does changing behavioral intentions engender behavior change? A meta-analysis of the experimental evidence. Psychological Bulletin, 132, 249-268.