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Planeamento e Avaliação de Educação e Formação (1 º Sem 2018/2019)

Código: 00504
Acrónimo: 00504
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 21.0 h/sem 129.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2018/2019
Pré-requisitos Não tem.
Objectivos Esta unidade pretende constituir um espaço de desenvolvimento de capacidades reflexivas, conceptuais e operatórias acerca dos modelos de planeamento e de avaliação que se têm vindo a desenvolver no plano educativo e formativo.
Programa Introdução: o que é (e para que serve) planear e avaliar (Aula 1)

Parte 1. Teorias e conceitos (Aulas 2-5)
- Elementos e etapas do planeamento
- Correntes do planeamento: normativo, estratégico e participativo
- Modelos de avaliação

Parte 2. Técnicas e discussão de casos práticos (Aulas 6-9)
- Diagnóstico e Análise Prospetiva
- Desenho de projetos
- Cronogramas e orçamentos
- Execução, monitorização e avaliação

Conclusões (Aula 10)

Processo de avaliação Avaliação contínua (implica frequência de, pelo menos, 7 aulas):
a) Participação nas aulas (6 v.)
b) Qualidade das tarefas individuais (6 v.)
c) Qualidade do ensaio final, realizado em grupo (8 v.)
Os mestrandos podem optar pela avaliação final (exame), avisando o docente por e-mail com, pelo menos, 48 horas de antecedência face à data da prova da 1ª época. Tanto na avaliação contínua como final os estudantes podem apresentar os seus trabalhos em Português, Espanhol ou Inglês.  
Processo de ensino-aprendizagem É baseado na interacção entre (a) apresentação de teorias e métodos; (b) questionamento e debate colectivo sobre processos de planeamento e avaliação; e (c) leituras e trabalho autónomo dos estudantes, orientado e discutido com o professor. Deverão realizar uma análise crítica de um processo de planeamento e/ou de avaliação em curso, utilizando as ferramentas conceptuais desenvolvidas nesta unidade.
Observações
Bibliografia básica Alexander, W. & Serfass, R. (1999), Futuring Tools for Strategic Quality Planning in Education, Milwalkee: ASQ.  
Capucha, L. (2011). Planeamento e Avaliação de Projetos: Guião Prático. Lisboa: DGIDC-ME.
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Chelimsky, E. & Shadish, W. (1997), Evaluation for the 21st Century: a Handbook. Thousand Oaks: Sage.
Formosinho, J. & Pascal, C. (2016). Assessment and Evaluation for Transformation in Early Childhood. Londres: Routledge.
Guerra, I.C. (2000). Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção: o Planeamento em Ciências Sociais. Cascais: Principia.
Sánchez Martínez, E. (2009). Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Brujas.
UNESCO (2010a). Strategic Planning: Concept and Note. Education Sector Planning. Working Paper 1. Paris: UNESCO-IIPE.
Bibliografia complementar Abrantes, P. (2010). Políticas de avaliação e avaliação de políticas: o caso português no contexto ibero-americano. Revista Iberoamericana de Educación, 53, pp. 25-44.
Abrantes, P.; Roldão, C.; Amaral, P.; & Mauritti, R. (2013). Born to fail? Some lessons from a national programme to improve education in poor districts. International Studies in Sociology of Education, 23 (1), pp. 17-38.
Afonso, A. J. (1999), "Estado, mercado, comunidade e avaliação: esboço para uma rearticulação crítica". Educ. Soc. [online], vol.20, n.69, pp. 139-164.
Arroteia, J. C. (1998). Demografia Escolar: Teoria e Métodos. Aveiro: Universidade de Aveiro. S.151 ARR*Dem (ISCTE)
Banco Mundial (1978), Staff Appraisal Report: Education Report - Republic of Portugal, Relatório Interno.
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Coelho, I., Sarrico, C. & Rosa, M. J. (2008), "Avaliação de escolas em Portugal: Que futuro?", Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, 7 (2), pp. 56-67.
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GEP (1992). Análise do Custo-Benefício do Sistema Educativo Portugues. Lisboa: GEP-ME. E.144 GEP*Aná (ISCTE)
Kessler, M.-C. (1998), Evaluation des Politiques Publiques, Paris, L'Harmattan. S.113 Eva,1 (ISCTE)
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Mangiante, E. M. (2011). "Teachers matter: Measures of teacher effectiveness in low-income minority schools". Educational Assessment Evaluation & Accountability, 23, pp. 41-63.
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Ramalho, H. (2014). Políticas de avaliação de docentes em Portugal: a avaliação do desempenho inserida no planeamento centralista da ação da docência. Educação, Sociedade e Culturas, 43, pp. 65-84.
Rodrigues, M. L. (org.) (2014). 40 Anos de Políticas Educativas em Portugal. Coimbra: Almedina. S.135 40 (ISCTE)
Sarmento, M. J., Fernandes, N. & Tomás, C. (2007), "Políticas públicas e participação infantil", Educação, Sociedade & Culturas, 25.
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Santiago, P. et al. (2012). Portugal: OECD Reviews of Evaluation and Assessment in Education. Paris: OECD.
Santos Guerra, M. Á. (2003). Tornar Visível o Quotidiano: Teoria e Prática de Avaliação Qualitativa das Escolas. Porto: Asa.
Teixeira, L.; Delgado, L. & Sebastião, J. (1996). "Avaliar (n)a escola: quadros, modelos e práticas", Sociologia, Problemas e Práticas, 22, pp. 95-107.
UNESCO (2010b). Strategic Planning: Organizational Arrangements. Education Sector Planning. Working Paper 2. Paris: UNESCO-IIPE.
UNESCO (2010c). Strategic Planning: Techniques and Methods. Education Sector Planning. Working Paper 3. Paris: UNESCO-IIPE.
Valente, A. C. (2006), "Planeamento da educação e da formação profissional: novas abordagens e metodologias de antecipação", Atas da Conferência Educação, Inovação e Desenvolvimento.*
Veloso, L. (2014). Espaço e aprendizagem: política educativa e renovação de edifícios escolares. Coimbra: Almedina. S.135 Esp,1 (ISCTE)
William, D.; Lee, C.; Harrison, C. & Black, P. (2004). "Teachers developing assessment for learning: impact on student achievement", Assessment in Education: Principles, Policy & Practice, 11 (1), pages 49-65.