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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MES

Sociedade Educativa (2 º Sem 2018/2019)

Código: 00533
Acrónimo: 00533
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 21.0 h/sem 129.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2017/2018
Pré-requisitos não aplicável
Objectivos - Problematizar e analisar a presença transversal e multifacetada das dimensões educativas, em sentido amplo, na constituição e nas dinâmicas das sociedades actuais.
- Debater os processos de transformação das sociedades contemporâneas e a crescente centralidade dos processos educativos.
- Aprofundar o conhecimento sobre as sociedades do conhecimento.
Programa As sessões serão organizadas segundo os seguintes temas:

1. Apresentação. Planeamento de actividades. Sociedade educativa: problematização inicial
2. Sociedades contemporâneas, mudança social e educação
3. Competências em contexto de globalização e inovação
4. Sociedade em rede, mundo digital e media
5. Cultura científica nas sociedades do conhecimento
6. Arte, cultura e formação de públicos
7. Globalização, migrações e diversidade cultural
8. Ambiente, risco e reflexividade
9.Género, cidadania e poder
10.Orientação dos trabalhos finais, balanço e avaliação
Processo de avaliação A avaliação dos alunos terá como base:
.Apresentação oral (em grupo ou individual) (30%)
. Trabalho escrito individual (70%)

O trabalho escrito deverá ter por base as referências bibliográficas básicas (pelo menos 3) e complementares da UC (pelo menos 3). A dimensão do ensaio não deverá ultrapassar as 10 páginas (fonte Arial, 12, espaço e meio, margens de 3 cm).
Processo de ensino-aprendizagem A concretização dos objectivos desta unidade curricular faz-se através de aulas teórico-práticas, orientação tutorial e trabalho pessoal dos alunos, individual e de grupo. O trabalho pessoal dos alunos consiste num conjunto de actividades que incluem: a participação nas aulas; o estudo da bibliografia; a pesquisa de informação complementar pertinente (teórica e empírica); a realização de um trabalho escrito final.
Observações
Bibliografia básica Ávila, P. (2008), A Literacia dos Adultos. Competências-Chave na Sociedade do Conhecimento, Lisboa, Celta.
Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press.
Bourdieu, P. (1997), Razões Práticas, Oeiras, Celta.
Castells, M. (2002), A era da informação: economia, sociedade e cultura - A sociedade em rede (vol.1), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Costa, A. F. da (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AAVV, Cruzamento de Saberes, Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Costa, A. F. da, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, CIES-ISCTE e Celta Editora.
Costa, A. F. da, P. Ávila e S. Mateus (2002), Públicos da Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva.
Enguita, M. F. (2007), Educação e Transformação Social, Mangualde, Edições Pedago.
Giddens, A. (2000), Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta.
Bibliografia complementar Sociedades contemporâneas, mudança social e educação

Texto de referência: Enguita, M. F. (2007), Educação e Transformação Social, Mangualde, Edições Pedago (ed. orig. 2001).

Bauman, Z. (2000), Liquid Modernity, Cambridge, Polity Press.
Beck, U. (1992), The Risk Society. Towards a New Modernity, London, Sage.
Beck, U. e E. Beck-Gernsheim (2003), Individualization. Institutionalized Individualism and its Social and Political Consequences, Londres, Thousand Oaks e Nova Deli, Sage Publications.
Beck, U., A. Giddens e S. Lash (2000), Modernização Reflexiva. Política, Tradição e Estética no Mundo Moderno, Oeiras, Celta Editora.
Bourdieu, P. (1997), Razões Práticas. Sobre a Teoria da Acção, Oeiras, Celta Editora.
Castells, M. (2003b), A era da informação: economia, sociedade e cultura: O fim do milénio (vol.3), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Costa, A. F., R. Mauritti, S. da C. Martins, F. L. Machado e J. F. de Almeida (2000), "Classes Sociais na Europa", Sociologia, Problemas e Práticas, 34, pp.9-43.
Giddens, A. (2000), As Consequências da Modernidade, Oeiras, Celta Editora.
Grácio, S. (1997), Dinâmicas da Escolarização e das Oportunidades Individuais, Lisboa, Educa.
Lahire, B. (2003), O Homem Plural. As Molas da Acção, Lisboa, Instituto Piaget.
Lindley, R. M. (2000), "Economias Baseadas no Conhecimento - o Debate Europeu sobre Emprego num Novo Contexto", in Boyer, Robert, Manuel Castells, G. E.-N., R. Lindley, L. Soete e M. J. Rodrigues, Para uma Europa da Inovação e do Conhecimento. Emprego, Reformas Económicas e Coesão Social, Oeiras, Celta Editora, pp.33-78.

Competências em contexto de globalização e inovação

Texto de referência: Costa, A. F. da (2003), "Competências para a sociedade educativa: questões teóricas e resultados de investigação", em AAVV, Cruzamento de Saberes, Aprendizagens Sustentáveis, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.

Ávila, P. (2008), A Literacia dos Adultos. Competências-Chave na Sociedade do Conhecimento, Lisboa, Celta Editora.
Benavente, A., A. Rosa, A. F. da Costa e P. Ávila (1996), A Literacia em Portugal. Resultados de uma Pesquisa Extensiva e Monográfica, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Comissão Europeia (2007), Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida: Quadro de Referência Europeu, Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias.
Costa, A. F. da, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.) (2007), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, CIES-ISCTE e Celta Editora.
Gomes, M. do C., P. Ávila, J. Sebastião e A. F. da Costa, (2002), "Novas Análises dos Níveis de Literacia: Comparações Diacrónicas e Internacionais" em Actas do IV Congresso Português de Sociologia, Coimbra, Associação Portuguesa de Sociologia.
IFTF (2011), Future Work Skills 2020 Report, Institute for the Future for the University of Phoenix Research Institute.
Medel-Añonuevo, C., T. Ohsako and W. Mauch (2013), Revisiting Lifelong Learning for the 21st Century, UNESCO Institute for Education.
Meyer, J. (2000), "Globalização e Currículo: problemas para a teoria em sociologia da educação", in Nóvoa, António e Jurgen Schriewer (Eds.), A Difusão Mundial da Escola, Lisboa, Educa, pp.15-32.
Nóvoa, A. (2009), "Educação 2021: para uma história do futuro", Revista Ibero-Americana de Educação / Revista Ibero-Americana de Educación, 49, pp.181-199.
UNESCO (2005), Towards Knowledge Societies, disponível em [http://www.unesco.org/new/en/com munication-and-information/resources/publications-and-communication-materials/publications/full-list/towards-knowledge-societies-unesco-world-report/]
Young, M. (2010), "Alternative Educational Futures for a Knowledge Society", European Educational Research Journal, 9(1), pp. 1-12.

Sociedade em rede, mundo digital e media

Texto de referência: Castells, M.l, G. Cardoso (org.) (2006), A Sociedade em Rede. Do Conhecimento à Acção Política, Lisboa, INCM. Disponível em: [http://eco.imooc.uab.pt/elgg/file/download/51670] (pp.9-61)

Almeida, A. N. e outros (2013), "Crianças e a internet: a ordem geracional revisitada", Análise Social, nº 207, pp. 340-365.
Almeida, A. N., Alves, N. A. e Delicado, A. (2011), "As crianças e a internet em Portugal: perfis de uso", Sociologia, Problemas e Práticas, 65, pp. 11-37.
Cardoso, G. (2006), Os Media na Sociedade em Rede, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Cardoso, G., A. F. da Costa, C. P. Conceição, M. do C. Gomes (orgs.), (2005), A sociedade em Rede em Portugal, Porto, Campo das Letras.
Cardoso, G., e outros (2009), Do Quarto de Dormir para o Mundo, Lisboa, Âncora Editora.
Cardoso, G., Espanha, R. e Lapa, T. (2007), E-Generation: O Uso de Media por Crianças e Jovens em Portugal, Lisboa, CIES-ISCTE.
Castells, M. (2002), A era da informação: economia, sociedade e cultura - A sociedade em rede (vol.1), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Castells, M. (2004), A Galáxia Internet, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Pinto, M. (2003), "Correntes da educação para os media em Portugal: retrospectiva e horizontes em tempo de mudança", Revista Iberoamericana de Educación, nº 32, pp. 119-143.
Ponte, C.; A. M. Jorge; J.A. Simões; D. Cardoso (eds.) (2012), Crianças e internet em Portugal , Coimbra, Minerva Coimbra.
Prensky, M. (2001), "Digital natives, digital immigrants", On the Horizon, 9 (5), pp. 1-6.

Cultura científica nas sociedades do conhecimento

Texto de referência: Costa, A. F. da, P. Ávila e S. Mateus (2002), Públicos da Ciência em Portugal, Lisboa, Gradiva.

Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press.
Conceição, C. P. (2011), Promoção de Cultura Científica. Análise Teórica e Estudo de Caso do Programa Ciência Viva, Departamento de Sociologia do ISCTE-IUL, Lisboa (tese de doutoramento).
Costa, A. F. da (1996), "Ciência e reflexividade social", em M. E. Gonçalves (coord.), Ciência e Democracia, Venda Nova, Bertrand Editora.
Costa, A. F. da, C. P. Conceição, e P. Ávila (2007), "Cultura científica e modos de relação com a ciência", em A. F. da Costa, F. L. Machado e P. Ávila (orgs.), Sociedade e Conhecimento (Portugal no Contexto Europeu, vol. II), Lisboa, Celta Editora.
Costa, A. F. da, C. P. Conceição, I. Pereira, P. Abrantes e M. do C. Gomes (2005), Cultura Científica e Movimento Social, Oeiras, Celta Editora.
Coutinho, A. G.; S. J. Araújo & Bettencourt-Dias, M. (2004), 'Comunicar Ciência em Portugal: uma Avaliação das Perspectivas Para o Estabelecimento de Formas de Diálogo entre Cientistas e o Público', Comunicação e Sociedade, 6: 113-134.
Delicado, A. (2006), "Os museus e a promoção da cultura científica em Portugal", Sociologia, Problemas e Práticas, (51), 53-72.
Gonçalves, M. E. (ed.) (2000), Cultura científica e participação pública, Oeiras, Celta Editora.
Granado, A. e J.V. Malheiros (2015), Cultura científica em Portugal: ferramentas para perceber o mundo e aprender a mudá-lo, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, disponível em [https://www.ffms.pt/FileDownload/54fca75d-9ddf-448c-b153-7c9c46753e58/cultura-cientifica-em-portugal]
Knorr-Cetina, K. D. (1999), Epistemic Cultures: How the Sciences Make Knowledge, Cambridge, Cambridge MA, Harvard University Press.
Oliveira, L., & A. Carvalho (2013), Envolvimento e Participação dos Cidadãos na Ciência em Portugal e em Espanha: Evolução e Estado atual, CECS-Publicações/eBooks.

Arte, cultura e formação de públicos

Texto de referência: Costa, A. F. da (2004), "Dos públicos da cultura aos modos de relação com a cultura: algumas questões teóricas e metodológicas para uma agenda de investigação", em AAVV, Públicos da Cultura, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais, pp. 121-140.

AA.VV. (2004), Públicos da Cultura, Actas do encontro organizado pelo Observatório das Actividades Culturais no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 24 e 25 de Novembro de 2003, Lisboa, Observatório das Actividades Culturais.
Costa, A. F. da (1997), "Políticas culturais: conceitos e perspectivas", Obs, 2, pp. 10-14.
Garcia, J.L. (coord.) (2014), Mapear os Recursos, Levantamento da Legislação, Caraterização dos Atores, Comparação Internacional, Lisboa, Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliações Culturais, Secretaria de Estado da Cultura.
Lopes, J. T. (2000), A Cidade e a Cultura. Um estudo sobre práticas culturais urbanas, Porto, Edições Afrontamento.
Lopes, J. T. (2009), "Da democratização da Cultura a um conceito e prática alternativos de Democracia Cultural", Saber & Educar, 14, disponível em [http://revista.esepf.pt/index.php/sabereducar /article/view/121/90]
Pinto, J. M. (1994), "Uma reflexão sobre políticas culturais", in AA. VV., Dinâmicas culturais, cidadania e desenvolvimento local. Actas do Encontro de Vila do Conde, 1-3 de Abril de 1993, Lisboa, Associação Portuguesa de Sociologia, pp. 767-792.
Santos, H. (2003), "A propósito dos públicos culturais: uma reflexão ilustrada para um caso português", Revista Crítica de Ciências Sociais, 67, pp. 75-97.
Silva, A. S. (1997), "Cultura: das obrigações do Estado à participação da sociedade civil", Sociologia, Problemas e Práticas, 23, pp. 37-48.
Silva, A. S. (2000), Cultura e Desenvolvimento, Oeiras, Celta Editora.
Silva, A. S. (2007), Como abordar as políticas culturais autárquicas? Uma hipótese de roteiro. Sociologia, problemas e práticas, (54), 11-33.
Gomes, R. T., V. Lourenço, T. D. Martinho, & N. F. Gomes (2006), Entidades culturais e artísticas em Portugal. Lisboa: Observatório das Actividades Culturais, disponível em [http://www.ics.ul.pt/rdonweb-docs/OAC_DOCS_8_EntidadesCulturais.pdf]

Globalização, migrações e diversidade cultural

Texto de referência: Touraine, A. (1998), Iguais e Diferentes: Poderemos Viver Juntos?, Lisboa, Instituto Piaget.

Agier, M. (2001), "Distúrbios Identitários em Tempos de Globalização", Mana 7 (2), pp. 7-33.
Banks, J. (1994), An Introduction to Multicultural Education, Allyn and Bacon, Massachussets
Bordes, V., Hugon, M. A., & Pezeu, G. (2010), Eduquer par la diversité en Europe: expérimentations croisées dans huit pays d'Europe, l'Harmattan.
Castells, M. (2002), O Poder da Identidade, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Eurostat e European Commission (2011), Demography report 2010: older, more numerous and diverse Europeans, Luxembourg.
Hall, S. (1997), A Identidade Cultural na Pós-Modernidade, DP&A Editora, Rio de Janeiro
Mateus, S. (2013), "'As classificações classificam os classificadores?' Notas sobre os processos de categorização na construção de conhecimento sobre os descendentes de imigrantes", CIES e-Working Paper, Nº 144/2013, Lisboa, CIES-IUL.
MPG (2011), Migrant Integration Policy Index III, Migration Policy Group, Brussels.
OECD/European Union (2015), Indicators of Immigrant Integration 2015 - Settling In, Paris, OECD Publishing.
Ouellet, F. (1991), L'Éducation Interculturelle: Éssai sur le Contenu de la Formation des Maitres, Éditions Harmattan, Paris
Wieviorka, M. (2002), A Diferença, Lisboa, Fenda.

Ambiente, risco e reflexividade

Texto de referência: Gonçalves, M.E., Delicado, A. (2007), "Os Portugueses e os novos riscos: Resultados de um inquérito", Análise Social, XLII, 3º trimestre, pp.687-718.

Almeida, J. F. de (org.) (2004), Os Portugueses e o Ambiente. II Inquérito Nacional às Representações e Práticas dos Portugueses sobre o Ambiente, Oeiras, Celta Editora.
Beck, U. (1992), From Industrial Society to the Risk Society. Questions of Survival, Social Structure and Ecological Enlightment?, Theory, Culture and Society, vol. 9, pp. 97-123.
Beck, U. (1999), World Risk Society, Cambridge, Polity Press.
Delicado, A. (Coord.), Truninger, M., Figueiredo, E., Silva, L., Junqueira, L., Horta, A., Fonseca, S., Soares, F. (2015), Terras de Sol e de vento: dinâmicas sociotécnicas e aceitação social das energias renováveis em Portugal, Lisboa: ICS. Imprensa de Ciências Sociais.
Dunlap, R. E. & R. J. Brulle (Ed.) (2015), Climate change and society: sociological perspectives, New York, Oxford University Press.
Ferrão, J.  & A. Horta (Eds.), Ambiente, Território e Sociedade. Novas Agendas de Investigação, Lisboa, ICS. Imprensa de Ciências Sociais.
Freitas, M. (2006), "Educação Ambiental e/ou Educação para o Desenvolvimento Sustentável? Uma análise centrada na realidade portuguesa", Revista Iberoamericana de Educación, 41, 133-147.
Nave, J. G. e S. Fonseca (2000), As Organizações Não-Governamentais de Ambiente? Elementos de Fenomenologia, Lisboa, OBSERVA.
Schmidt, L. (2003), Ambiente no Ecrã? Emissões e demissões no serviço público televisivo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
Schmidt, L., J. G. Nave e J. Guerra (2005), Autarquias e Desenvolvimento Sustentável? Agenda 21 Local e Novas Estratégias Ambientais, Porto, Fronteira do Caos Editoras.
Schmidt, L., Nave, J. Gil, Guerra, J. (2010), A Educação Ambiental: Balanço e Perspectivas para uma Agenda mais Sustentável, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais

Género, cidadania e poder

Texto de referência: Bourdieu, P. (1999), A Dominação Masculina, Oeiras, Celta Editora.

Almeida, M. V. de (2000), Senhores de Si: Uma Interpretação Antropológica da Masculinidade, Lisboa, Fim de Século.
Amâncio, L. e J. M. Oliveira (2014), "Ambivalências e desenvolvimentos dos estudos de género em Portugal", Faces de Eva, 32: 23 - 42.
Amâncio, L. (1994), Masculino e Feminino. A construção Social da Diferença, Porto, Afrontamento.
Butler, J. (1999), Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity, London & New York, Routledge.
Connell, R. (2009), Gender: In World Perspective, Cambridge, Polity.
Pereira, M. do M. (2012), Fazendo género no recreio: a negociação do género em espaço escolar, Imprensa de Ciências Sociais.
European Commission (2016), Strategic Engagement for Gender Equality, Luxembourg: Publications Office of the European Union.
Ferreira, V. e S. Saleiro (coord.), R. Monteiro, M. Lopes e C. Múrias (2016), Guia para a Integração a Nível Local da Perspetiva de Género na Educação, CES - Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, disponível em [http://lge.ces.uc.pt/files/LGE_educacao_digital.pdf]
Pereira, M. do M. (2010) 'Discursos de Género: Mudança e Continuidade nas Narrativas sobre Diferenças, Semelhanças e (Des)Igualdade Entre Mulheres e Homens', em K. Wall, S. Aboim, V. Cunha (eds), A Vida Familiar No Masculino, Lisboa, CITE, pp.225-261.
Torres, A., H. Sant'ana e D. Maciel (org.)(2015), Estudos de Género Numa Perspetiva Interdisciplinar, Lisboa, Mundos Sociais.
Vieira, C. C. (2006), É menino ou menina? Género e educação em contexto familiar, Coimbra, Almedina.