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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MPSS

Saúde e Processos de Grupo (1 º Sem 2019/2020)

Código: 01148
Acrónimo: 01148
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 24.0 h/sem 12.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 37.0 h/sem 113.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2015/2016
Pré-requisitos Não tem pré-requisitos
Objectivos Com esta UC pretende-se, a partir de quadros teóricos da psicologia social, analisar os efeitos que a pertença a grupos sociais minoritários (ex., mulheres, pessoas idosas, imigrantes e minorias étnicas) possui tanto ao nível dos processos e experiências de saúde e doença dos seus membros, como da relação destes com o sistema de prestação de cuidados de saúde dominante.
Programa CP1-Grupos e relações entre grupos e saúde:
1. Grupos sociais e desigualdades na saúde e doença
2. A relação entre estereótipos, preconceito, estigmatização e discriminação social e saúde
3. A relação entre identidades sociais, estigmatizadas e saúde

CP2 - Envelhecimento, idadismo e saúde:
1. Conceito de idadismo
2. Diferenças etárias na saúde e doença
3. Idadismo e envelhecimento ativo
4. Estereótipos etários e saúde das pessoas idosas

CP3-Migrantes, minorias étnicas e saúde:
1. Determinantes culturais e saúde
2. Representações sociais da saúde e da doença
3. O conceito de etnia
4. Factores de risco na saúde física e mental de migrantes e minorias étnicas

CP4-Métodos de intervenção a nível grupal
1. Métodos para redução do preconceito, estigma e discriminação e Métodos para a promoção de identidades sociais positivas
2. Treino de competências para a diversidade individual e cultural
Processo de avaliação 1) Avaliação contínua:
1.Apresentação escrita individual (15%);
2.Apresentação oral em grupo (35%);
3.Frequência no final do semestre (50%).
Ficam aprovados o/as aluno/as que, tendo em todas as avaliações notas superiores a 7.5 valores, obtenham uma média final igual ou superior a 9.5 valores. O/as aluno/as que não estiverem inscritos ou que reprovem na avaliação contínua, poderão ir a avaliação periódica por exame final (100%).
Processo de ensino-aprendizagem A UC está estruturada em aulas com componentes teóricas (T) e práticas (TP) e em práticas laboratoriais (PL). Na componente teórica, são apresentados os conceitos básicos e as teorias de referência neste domínio em grande grupo. Nas aulas TP, o trabalho está centrado sobre exercícios de aplicação em pequeno grupo. O treino das competências envolvidas na aplicação dos métodos de intervenção é realizado em pequenos grupos nas PL. As PLs em 2 turnos (24.11.2015) são de frequência obrigatória.
Observações
Bibliografia básica Abrams, D., & Hogg, M. A. (2006). Social identifications: A social psychology of intergroup relations and group processes. Routledge.
Gurung, R. (2006). Health psychology: a cultural approach. Belmont: Thomsom
Huff, R. M., Kline, M. V. & Peterson, D. V. (Eds.) (2014). Health Promotion in Multicultural Populations (3rd ed.). Thousand Oaks, CA: Sage Publications.
Jetten, J., Haslam, C., & Haslam, S. A. (2012). The social cure: Identity, health, and well-being. Hove: Psychology Press.
Marques. S. (2011). Discriminação da terceira idade. Lisboa : Relógio d'Àgua Editores.
Nelson, T. D. (Ed.). (2002). Stereotyping and prejudice against older persons. Cambridge. MA: Bradford Book.
Pope-Davis, D., Coleman, H., Liu, W. & Toporek, R. (2003). Handbook of Multicultural Competencies in Counseling & Psychology (Eds.). California: Sage.
Vala, J. & Monteiro, M.B. (2013). Psicologia Social (9ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Bibliografia complementar Aneshensel, C., & Phelan, J. (Eds.) (1999).  Handbook of the Sociology of Mental Health. New York: Kluwer Academic.
Benoit, C., & Shumka, L. (2009). Gendering the health determinants framework: Why girls' and women's health matters. Canada: WHRN.
Levy, B. (2003). Mind matters: cognitive and physical effects of aging self-stereotypes Journal of Gerontology: Psychological Sciences, 58B(4), 203-211.
Lorber, J. (1997). Gender and the Social Construction of Illness. Londres: Sage
Kato, P.M., & Mann, T. (1996). Handbook of diversity issues in health psychology. New York : Plenum Press.
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Marques, S. Vauclair, M.L., Rodrigues, R., Mendonça, J., Gerardo, F., Cunha, F. (2015). imAGES: Programa de intervenção de promoção de imagens positivas de envelhecimento em crianças e adolescentes. Lisboa: SCML & Leya Editores.
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Moleiro, C., Freire, J. & Tomsic, M. (2013). Immigrants' Perspectives on Clinician Cultural Diversity Competence: A qualitative study with immigrants in Portugal. International Journal of Migration, Health and Social Care, 9(2), 84-95
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Walker, A. (2002). A strategy for active aging. International Social Security Review, 55, 121-139.
WHO (2002). Active ageing: A policy framework [electronic version]. Geneva: World Health Organization.