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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MGM , MPRI

Estereótipos, Preconceito e Discriminação: Temas Avançados (1 º Sem 2019/2020)

Código: 01687
Acrónimo: 01687
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Inglês
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 22.0 h/sem 8.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 31.0 h/sem 119.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2019/2020
Pré-requisitos Não se aplica.
Objectivos Esta UC visa dotar os alunos de conhecimentos avançados sobre a natureza e origem dos estereótipos, preconceitos e discriminação, com um foco particular nas expressões contemporâneas de formas não normativas de preconceito. A UC pretende ainda dar aos alunos conhecimentos e competências de análise sobre modelos sócio-psicológicos baseados em evidências que visam reduzir o conflito e promover a cooperação intergrupal.
Programa O curso será dividido em três partes:

CP1. Em primeiro lugar, será apresentada uma visão geral das principais pesquisas sobre estereótipos, preconceito e discriminação. Veremos como a pertença das pessoas a um grupo e o contexto social afetam as atitudes, crenças e os comportamentos em relação às pessoas percebidas como diferentes.

CP2. A segunda parte terá em conta a perspectiva dos alvos de preconceito - as consequências de ser membro de um grupo desfavorecido. Etnia, género e idade, serão exemplos para mostrar como os estereótipos e preconceitos têm consequências para o desempenho escolar, a interação social, o bem-estar, as aspirações profissionais, etc.

CP3. A terceira parte centrar-se-á sobre as possíveis intervenções que podem reduzir a influência dos estereótipos e do preconceito. Serão apresentadas várias técnicas para reduzir o preconceito.
Processo de avaliação Os estudantes dispõem de duas modalidades de avaliação:
Avaliação periódica:
-Teste padronizado (50%);
-Texto escrito (1000 palavras) que requer a aplicação dos conceitos aprendidos a um caso da vida real envolvendo relações interculturais (40%);
-Apresentação de grupo de artigos científicos (10%).
-Frequência mínima de 80% das aulas.  

OU

Avaliação final:  
Os/as alunos/as realizam um exame final (100%) que exige a aplicação dos principais conceitos aprendidos na UC.
Processo de ensino-aprendizagem A UC está organizada em aulas teórico-práticas, recorrendo a diferentes metodologias de ensino: exposição, exercícios práticos e discussões em grupo na sala de aula. Na parte teórica serão introduzidos os temas relacionados com os estereótipos, o preconceito e a discriminação nos seus aspectos gerais, destacando as implicações para as interações sociais. Na parte prática, os temas serão aprofundados através da análise de artigos científicos e experiências relevantes da vida diária.
Observações A Uc é leccionada em Inglês.
Bibliografia básica Stangor, C. (2000) (Ed.). Stereotypes and prejudice: Essential readings. Philadelphia: Psychology Press.

Nelson, T. D. (2006) (Ed.). The psychology of prejudice. Boston: Pearson.  

Swim, J. K. & Stangor, C. (1998) (Eds.). Prejudice: The target's perspective. San Diego: Academic P  

Dovidio, J. F. , Hewstone, M., Glick, P., & Esses, V. M., (2010) (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination. London: Sage

Fiske, S. T., Gilbert, D. T., & Lindzey, G.   (Eds) (2010). Handbook of social psychology (5th ed.). New York, NY: Wiley.
Bibliografia complementar Aboud, F., Tredoux,C., Tropp, L., Brown, C., Niens, U, & Noor, N. (2012). Interventions to reduce prejudice and enhance inclusion and respect for ethnic differences in early childhood: A systematic review. Developmental Review, 32, 307-336.

Abrams, D. (2010). Processes of prejudice: Theory, evidence and intervention. Manchester: Equality and Human Rights Commission 2

Blair, I. V. (2002). The malleability of automatic stereotypes and prejudice. Personality And Social Psychology Review, 6, 242-261.

Cameron, L & Turner, R. (2010). The application of diversity-based interventions to policy and practice. In R. Crisp 8Ed.), The psychology of social and cultural diversity (pp. 322-352). Sussex: Wiley-Blackwell.

Correll, J., Park, B., Judd, C. M., & Wittenbrink, B. (2007). The influence of stereotypes on decisions to shoot. European Journal Of Social Psychology, 37, 1102-1117.

Devine, P. G. (1989). Stereotypes and prejudice: Their automatic and controlled components. Journal of Personality and Social Psychology, 56, 5-18.

Duckitt, J. (2010). Historical overview. In J. F. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. M. Esses (Eds.), The Sage Handbook of prejudice, stereotyping, and discrimination (pp. 29-44). London: Sage.

Hamilton, D; Gifford, R (1976). Illusory correlation in interpersonal perception: A cognitive basis of stereotypic judgments. Journal of Experimental Social Psychology, 12, 392-407.

Inzlicht, M., & Kang, S. K. (2010). Stereotype threat spillover: how coping with threats to social identity affects aggression, eating, decision making, and attention. Journal of personality and social psychology, 99, 467-481.

Inzlicht, M., McKay, L., & Aronson, J. (2006). Stigma as ego depletion: How being the target of prejudice affects self-control. Psychological Science, 17, 262-269.

Killen, M. & Rutland. A. (2011). Group identity and prejudice. In Children and social exclusion. (pp. 59-84). Malden, MA: Wiley-Blackwell.

Lai, C. K., Marini, M., Lehr, S. A., Cerruti, C., Shin, J. E. L., Joy-Gaba, J. A., ... & Nosek, B. A. (2014). Reducing Implicit Racial Preferences: I. A Comparative Investigation of 17 Interventions.

Maass, A., Salvi, D., Acuri, L., & Semin, G. R. (1989). Language use in intergroup contexts: The linguistic intergroup bias. Journal of Personality and Social Psychology, 57, 981-993.

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Nesdale, D. (2008). Peer group rejection and children's intergroup prejudice. In S. R. Levy & M. Killen (Eds.), Intergroup attitudes and relations in childhood through adulthood. (pp. 32-46). Oxford: Oxford University Press.

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Tausch, N., & Hewstone, M. (2010). Intergroup contact. In J. Dovidio, M. Hewstone, P. Glick, & V. Esses (Eds.), The SAGE handbook of prejudice, stereotyping and discrimination. (pp. 544-561). London: Sage

Wheeler, S. C., & Petty, R. E. (2001). The effects of stereotype activation on behavior: a review of possible mechanisms. Psychological bulletin, 127, 797-826.

Wigboldus, D. H. J., Semin, G. R., & Spears, R. (2000). How do we communicate stereotypes? Linguistic bases and inferential consequences. Journal of Personality and Social Psychology, 78, 5-18.