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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MPP

Políticas Públicas Europeias e Internacionais (1 º Sem 2018/2019)

Código: 01706
Acrónimo: 01706
Nível: 2.º e 3.º Ciclos
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 21.0 h/sem 129.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2016/2017
Pré-requisitos Conhecimento básico dos métodos das ciências sociais e do sistema político nacional; noções de teorias do institucionalismo e análise de políticas; conhecimento geral sobre a União Europeia.
Compreensão da lingua inglesa.
Objectivos A unidade curricular visa consolidar o conhecimento empírico e a compreensão teórica do funcionamento das instituições europeias, dos processos políticos multinível de tomada de decisão na União Europeia, bem como a nível global/internacional. Trabalhos académicos recentes nesta área servirão de base às discussões em aula.
Programa 1. Introdução: o estudo das políticas públicas Europeias e internacionais
1.1 A globalização e o estado-nação
1.2 Policy-making no sistema multi-nível europeu e global
1.3 Teorizando a produção de políticas na União Europeia e a nível internacional
2. Políticas públicas Europeias
2.1 A Europeização de políticas públicas
2.2 Novos modos de policy-making: governança experimental na UE
2.3 A União Europeia como actor na política internacional
3. Políticas Internacionais
3.1 O poder de Policy-Making das Organizações Internacionais
3.2 Actores transnacionais na política internacional
3.3 A difusão internacional de políticas públicas: uma nova forma de governança global?
4. Conclusão: "Governança sem governo" ou "governança com muitos governos"?
Processo de avaliação Participação ativa nas aulas (25%), apresentação e discussão de textos (25%) e trabalho final individual escrito (50%). A participação ativa nas aulas inclui a assiduidade e a capacidade de responder a perguntas sobre as leituras obrigatórias. O trabalho final escrito pode ser um exercício de investigação, incluindo a análise de uma questão de pesquisa (até 20 pgs.) ou duas recensões analíticas sobre um conjunto de textos incluídos na bibliografia da unidade curricular (cada uma até 10pgs.).
Processo de ensino-aprendizagem Existirão apresentações pelo professor e discussões dos textos essenciais em aula; serão colocadas questões específicas a trabalhar em pequenos grupos; um outro elemento é constituído pelas apresentações de tópicos concretos por estudantes que supostamente agem como especialistas e guiam as discussões. Os estudantes são encorajados a desenvolver as suas próprias questões de pesquisa e respetivas estratégias metodológicas para levar a cabo a sua investigação.
Observações
Bibliografia básica Börzel, T.A. and Risse, T. (2003) 'Conceptualizing the Domestic Impact of Europe', in Featherstone/Radaelli (eds), The Politics of Europeanization, Oxford, 57-80.
Carlsnaes, W., Risse, T. and Simmons, B.A. (eds) (2012) Handbook of International Relations, 2nd Edition, London (cap. 13 e 17).
Enderlein, H., Zürn, M. and Wälti, S. (eds) (2010) Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham (cap. 1 e 5).
McGrew, A. (2014) 'Globalization and Global Politics', in Baylis, Smith and Owens (eds), The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations, Oxford, 15-31.
Phinnemore, D. and Warleigh-Lack, A. (eds) (2009) Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke (cap. 4 e 7).
Vogler, J. (2011) 'The European Union as a Global Environmental Policy Actor', in J. Connelly and R.K.W. Wurzel (eds), The European Union as a Leader in International Climate Change Politics, London, 21-37.
Bibliografia complementar Alter, K.J. (2008) 'The European Court and Legal Integration: An Exceptional Story or Harbinger of the Future?', in K.E. Whittington, R.D. Kelemen and G.A. Caldeira (eds), The Oxford Handbook of Law and Politics, Oxford: Oxford University Press, pp. 209-28.
Andresen, S. (2013) 'International Regime Effectiveness', in R. Falkner (ed.), The Handbook of Global Climate and Environment Policy, Malden: John Wiley & Sons, pp. 304-19.
Barnett, M. and Finnemore, M. (2004) Rules for the World: International Organizations in Global Politics, Ithaca, NY: Cornell University Press.
Baylis, J., Smith, S. and Owens, P. (eds) (2014) The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations, Oxford: Oxford University Press.
Biermann, F. and Siebenhüner, B. (eds) (2009) Managers of Global Change: The Influence of International Environmental Bureaucracies, Cambridge, Mass: MIT Press.
Börzel, T.A. (2003) Environmental Leaders and Laggards in Europe: Why there is (not) a Southern Problem, Aldershot: Ashgate.
Bulmer, S. (2009) 'Institutional and Policy Analysis in the European Union: From the Treaty of Rome to the Present', in D. Phinnemore and A. Warleigh-Lack (eds), Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 109-24.
Busch, P.-O. and Jörgens, H. (2012) 'Governance by Diffusion: Exploring a New Mechanism of International Policy Coordination', in J. Meadowcroft, O. Langhelle and A. Ruud (eds), Governance, Democracy and Sustainable Development: Moving Beyond the Impasse?, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 221-48.
Colomer, J.M. (2016) How Global Institutions Rule the World, Basingstoke: Palgrave.
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Delreux, T. (2011) The EU as International Environmental Negotiator, Farnham: Ashgate.
Dingwerth, K. and Jörgens, H. (2015) 'Environmental Risks and the Changing Interface of Domestic and International Governance', in S. Leibfried et al. (eds), The Oxford Handbook of Transformations of the State, Oxford: Oxford University Press, pp. 338-54.
Dingwerth, K. and Pattberg, P. (2009) 'Actors, Arenas, and Issues in Global Governance', in J. Whitman (ed.), Palgrave Advances in Global Governance, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 41-66.
Falkner, G., Treib, O., Hartlapp, M. and Leiber, S. (2005) Complying with Europe: EU Harmonisation and Soft Law in the Member States, Cambridge: Cambridge University Press.
Finnemore, M. (1996) National Interests in International Society, Ithaca, NY: Cornell University Press.
Héritier, A., Knill, C. and Mingers, S. (1996) Ringing the Changes in Europe: Regulatory Competition and the Transformation of the State, Berlin: de Gruyter.
Herz, M. and Ribeiro Hoffmann, A. (2004) Organizações Internacionais: História e Práticas, Rio de Janeiro: Campus.
Holzinger, K., Knill, C. and Arts, B. (eds) (2008) Environmental Policy Convergence in Europe. The Impact of International Institutions and Trade, Cambridge: Cambridge University Press.
Hooghe, L. (2001) The European Commission and the Integration of Europe. Images of Governance, Cambridge: Cambridge University Press.
Hooghe, L. and Marks, G. (2010) 'Types of Multi-level Governance', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 17-31.
Jörgens, H., Lenschow, A. and Liefferink, D. (eds) (2014) Understanding Environmental Policy Convergence: The Power of Words, Rules and Money, Cambridge: Cambridge University Press.
Kelemen, R.D. (2011) Eurolegalism: The Transformation of Law and Regulation in the European Union, Cambridge, Mass: Harvard University Press.
Keohane, R.O. and Nye, J.S. (2012) Power and Interdependence, Boston: Longman.
Marks, G., Scharpf, F.W., Schmitter, P.C. and Streeck, W. (eds) (1996) Governance in the European Union, London: Sage.
Martin, L.L. and Simmons, B.A. (2012) 'International Organizations and Institutions', in W. Carlsnaes, T. Risse and B.A. Simmons (eds), Handbook of International Relations, London: Sage, pp. 326-51.
Matthijs, M. and Blyth, M. (eds) (2015) The Future of the Euro, Oxford: Oxford University Press.
Moravcsik, A.M. (1998) The Choice for Europe: Social Purpose and State Power From Messina to Maastricht, Ithaca, NY: Cornell University Press.
Pollack, M.A. and Ruhlman, M.A. (2009) 'The Heroic Age of European Integration is Over: Institutional and Policy Developments, 1957-2007', in D. Phinnemore and A. Warleigh-Lack (eds), Reflections on European Integration: 50 Years of the Treaty of Rome, Basingstoke: Palgrave Macmillan, pp. 43-73.
Princen, S. (2009) Agenda-Setting in the European Union, Basingstoke: Palgrave Macmillan.
Risse, T. (2012) 'Transnational Actors and World Politics', in W. Carlsnaes, T. Risse and B.A. Simmons (eds), Handbook of International Relations, London: Sage, pp. 426-52.
Sabel, C.F. and Zeitlin, J. (eds) (2010) Experimentalist Governance in the European Union: Towards a New Architecture, Oxford: Oxford University Press.
Sabel, C.F. and Zeitlin, J. (2010) 'Learning From Difference: The New Architecture of Experimentalist Governance in the EU', in C.F. Sabel and J. Zeitlin (eds), Experimentalist Governance in the European Union: Towards a New Architecture, Oxford: Oxford University Press, pp. 1-28.
Sandholtz, W. and Stone Sweet, A. (eds) (1998) European Integration and Supranational Governance, Oxford: Oxford University Press.
Scharpf, F.W. (2010) 'Multi-level Europe - The Case for Multiple Concepts', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 66-79.
Schmidt, V.A. (2006) Democracy in Europe: The EU and National Polities, Oxford: Oxford University Press.
Warleigh-Lack, A. and Drachenberg, R. (2010) 'Policy Making in the European Union', in M. Cini and N. Pérez-Solórzano Borragán (eds), European Union Politics, Oxford: Oxford University Press, pp. 209-24.
Zürn, M. (2010) 'Global Governance as Multi-level Governance', in H. Enderlein, M. Zürn and S. Wälti (eds), Handbook on Multi-level Governance, Cheltenham: Edward Elgar, pp. 80-99.