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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MES

Infância e Juventude: Perspetivas Transdisciplinares (2 º Sem 2019/2020)

Código: 02185
Acrónimo: 02185
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 21.0 h/sem 129.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2014/2015
Pré-requisitos Não tem.
Objectivos Os estudos sobre a infância e a juventude constituem presentemente um campo relativamente consolidado e de natureza transdisciplinar. Tanto a Antropologia como a Sociologia têm contribuído para mostrar que a idade constitui um princípio universal de organização social e, ao mesmo tempo, têm chamado a atenção para o facto de que ser criança e ser jovem não significa a mesma coisa em todo o lado. Embora as crianças e os jovens tenham começado a chamar a atenção de sociólogos/as e antropólogos/as desde cedo na história destas disciplinas, a sua conceptualização enquanto agentes sociais de pleno direito emergiu mais recentemente. Partindo da problematização das categorias de infância e juventude ? vistas como construções sociais intimamente ligadas à noção de pessoa ? a UC visa apresentar este campo de estudos transdisciplinar e estimular os estudantes a ler e a debater sobre as questões de natureza teórica e metodológica implicadas na pesquisa sobre infância e juventude.  
Programa 1. Fundamentos
1.1. A idade como principio básico de organização social em diferentes contextos sociais e culturais
1.2. A infância e a juventude como construção social
1.3. Métodos e fontes na pesquisa sobre crianças e jovens

2. Temáticas
2.1. Crianças e jovens na família
2.2 Crianças e jovens na escola
2.3. Crianças e jovens: media e NTIC
2.4. Aprendizagens na relação com os pares
2.5. Ritos de passagem nas sociedades contemporâneas
2.6. Ser criança e jovem num mundo globalizado
2.7. Projetos de intervenção para crianças e jovens (sessão com convidados)
Processo de avaliação A avaliação da UC assenta na prestação de trabalhos em dois momentos diferenciados, mas relacionados:

Comentário crítico a um texto (2-3 páginas) - corresponde 30% do total da classificação final;

Texto escrito sob a forma de ensaio, tendo por base o tema tratado na apresentação oral e que integre os contributos recebidos no momento da apresentação (realizado individualmente) (até 10 páginas- corresponde a 70% do total da classificação final.
Processo de ensino-aprendizagem Aulas teórico-práticas(TP), trabalho autónomo(TA) dos mestrandos e orientação tutorial(OT).
TP?palestra de enquadramento do tema por parte do(a) docente seguida de apresentação do trabalho dos mestrandos relacionado com o mesmo
TA-leitura de bibliografia de referência e pesquisa autónoma de bibliografia complementar; c)apresentação oral de um livro/ texto/documento; d)realização de um trabalho escrito final.
OT?para esclarecimento de dúvidas e preparação e discussão do ensaio final.
Observações
Bibliografia básica Amit-Talai, V.; Wulf, H. (Eds) 1995 Youth Culture. A Cross-Cultural Perspective London and New York: Routledge
Corsaro, W. A. (1997), The Sociology of Childhood Thousand Oaks:Pine Forge Press
Dayrell, J. et alli (org.) (2012). Família, escola e juventude: olhares cruzados Brasil-Portugal Minas Gerais: Ed.UFMG
Nunes, A. (1999), A Sociedade das Crianças A?Uvê-Xavante. Por uma Antropologia da Criança Lisboa: Instituto de Inovação Educacional
Pais, J. M. (2003) Culturas Juvenis Lisboa: Imprensa Nacional da Casa da Moeda
Pinto, M; Sarmento, M.J. (coord.)(1999) Saberes sobre as Crianças: para uma bibliografia da Infância e as crianças em Portugal (1974-1998) Braga: Uni. Minho.
Reis, F. (1991) Educação, Ensino e Crescimento. O jogo Infantil e a aprendizagem do cálculo económico Lisboa:Escher
Seabra, T, (2006) ?A escola do ponto de vista das crianças ? avaliação, sentimentos e representações em alunos da escolaridade obrigatória? Cidades, Comunidades, Territórios, nº 11-12,105-119
Bibliografia complementar Ferreira, M. Manuela (2000). Salvar os Corpos, Forjar a Razão: contributo para uma análise crítica da criança e da infância como construção social em Portugal (1880-1940). Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.

Ferreira, Vitor Sérgio (2008). Marcas que Demarcam. Tatuagem, Body Piercing e Culturas Juvenis, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Ferreira, Vítor Sérgio (Coordenador), Ana Matos Fernandes, Jorge Vieira, Pedro Puga, Susana Barrisco (2006), A Condição Juvenil Portuguesa na Viragem do Milénio, Colecção Estudos Sobre Juventude, n.º 10. Lisboa: IPJ.

Grassi, Marzia (2009). Capital Social e Jovens Originários dos PALOP em Portugal,Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Hardman, Ch. 2001 ?Can There Be An Anthropology of Children?? Childhood, 8(4): 501-517

Marques, Margarida M., Joana L. Martins, José G.P. Bastos e Isabel Barreiros (2005), Jovens, Migrantes e a Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Escola perante a Diversidade, Lisboa, ACIME.

Pais, José Machado (2012). Sexualidades e Afectos Juvenis, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais

Pais, José Machado, René Bendit e Vitor Sérgio Ferreira (org.) (2011). Jovens e Rumos, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Pais, José Machado (coordenação), 2003, 2ª Ed. (1ª Edição: 1999). Traços e riscos de vida. Uma abordagem qualitativa a modos de vida juvenis, Porto: Ambar.

Pinto, Manuel e M. J. Sarmento (coord.)(1997). As crianças: contextos e identidades. Braga: Universidade do Minho.

Ponte, Cristina (ed.) 2009. Crianças e Jovens em Notícia. Lisboa: Livros Horizonte.

Ponte, Cristina. 2012. Crianças & Media. Pesquisa internacional e contexto português do século XIX à actualidade. Portugal: Imprensa de Ciências Sociais.

Ponte, C. et alli (eds.) (2012) Crianças e internet em Portugal Coimbra: Minerva

Reis, Filipe (1994), ?Le jeu, ou coment passer de la subordination à l?entendement?, Denise Becker, Marie Elisabeth-Handman, Raul Iturra (org.) Échec Scolaire ou École en Échec? Têtes dures têtes vides. L?échec scolaire des Portugais dans leur pays et en France, ed. L?Harmattan, Paris.

Reis, Filipe (1994), "A domesticação escolar do pensamento infantil. Perspectivas teóricas para a análise das práticas escolares", Educação, Sociedade & Culturas, nº3, I, 37 ? 56, disponível em http://www.fpce.up.pt/ciie/revistaesc/ESC3/3-2-reis.pdf

Reis, Filipe (1996), ?Oralidade e Escrita na Escola Primária: Programas e Práticas? em Raul Iturra (org.) O Saber das Crianças, Cadernos ICE nº3, Instituto das Comunidades Educativas, p.67-108.

Reis, Filipe (2005), ?A Literacia enquanto Envolvimento? Diálogos com a Literacia, CIVITAS/Lisboa Editora, p. 71-82.

Vieira, Maria Manuel (org.) (2007). Escola, Jovens e Media, Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.


Fontes de informação especializadas:
Observatório Permanente da Juventude (ICS/UL)
Núcleo de Estudos de Infância e Juventude (Cria/ISCTE-IUL)