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Estágio em Ciências do Trabalho e Relações Laborais (1 º Sem 2018/2019)

Código: 02434
Acrónimo: 02434
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 100.0 h/sem 1.0 h/sem 121.0 h/sem 29.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2015/2016
Pré-requisitos ~São pré-requisitos: Ter completado ou estar em condições de completar o 1º ano lectivo do Mestrado.
Objectivos O Estágio tem como principais objectivos:
1. Propiciar o contacto direto com práticas profissionais ligadas às competências desenvolvidas ao longo do mestrado;
2. Fortalecer a relação a formação e o mercado de trabalho e uma inserção profissional ajustada aos contextos e exigências actuais;
3. Desenvolver competências socio-profissionais na resolução de problemas concretos;
4. Promover a aplicação de referentes teórico-operativos na utilização de instrumentos técnicos e metodológicos adequados às situações reais.
Programa A natureza da UC exige uma adaptação aos contextos e áreas de atuação do estágio.
1. Preparação do estágio
1.1 Seleção do domínio e sede do estágio
1.2 Formalização do estágio com a instituição de acolhimento (protocolo de estágio, normas de enquadramento, identificação do orientador externo e do supervisor interno)
1.3. Elaboração da proposta de estágio
2. Exercício de estágio
2.1 Definição da orientação profissional
2.2 Execução do trabalho
2.3 Monitorização da execução
2.4 Avaliação intercalar de processo
3. Reflexão sobre resultados e aprendizagens
3.1 Balanço da entidade de acolhimento
3.2 Elaboração do relatório final de estágio
Processo de avaliação O processo de avaliação tem as seguintes componentes e respetivas ponderações:
a) a prestação em contexto de trabalho (30%);
b) o trabalho em sala de aula (10%);
c) o relatório de estágio (60%).
A primeira componente é fundamentalmente da atribuição do tutor da instituição onde se realiza o estágio e as outras duas cabem ao docente do ISCTE-IUL que supervisiona o estágio.
Processo de ensino-aprendizagem O processo de ensino-aprendizagem assenta numa supervisão bipartida: por parte do professor do ISCTE-IUL que supervisiona o estágio e por parte do tutor da instituição de acolhimento do estágio. O processo de ensino-aprendizagem assenta na apresentação e debate em sessões individuais e em sala de aula dos objetivos e conteúdo do estágio, no processo de trabalho desenvolvido pelo aluno na instituição e na elaboração, apresentação e debate em sala de aula da versão provisória do relatório final.
Observações Para o apoio à realização do estágio são disponibilizados os seguintes documentos:
a) Protocolo entre o ISCTE-IUL e a instituição de acolhimento, que deve ser formalizado no início do estágio;
b) Guia do estágio;
c) Ficha de avaliação a ser preenchida pelo supervisor instituição de acolhimento.
Bibliografia básica APS (1992) Código Deontológico. Lisboa: APS.
Barbier, J.-M. (1996) Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação. Porto: Porto Editora.
Booth, Wayne, Colomb, Gregory e Williams, Joseph (2003) The Craft of Research. Chicago: The University of, Chicago Press, 2ª ed.
Donatella, Della Porta e Keating, Michael, eds. (2008) Approaches and Methodologies in the Social Sciences. A Pluralist Perspective. Cambridge: Cambridge University Press.
Neves, José, Garrido, Margarida e Simões Eduardo (2008) Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais. Teoria e Prática. Lisboa: Editora SÍLABO.
Schon, Donald A. (1995) The Reflective Practioner: How Professionals Think in Action. Nova Iorque: Basic Books.
Stehr, Nico (1992) Practical Knowledge. Applying the Social Sciences. London: Sage Publications.
Sweitzer, H. Frederick e King, Mary A. (2014) The Successful Internship: Personal, Professional, and Civic Development in Experiential Learning. Belmont, CA: Brooks/Cole, Cengage Learning.
Bibliografia complementar Capucha, Luís (2008) Planeamento e avaliação de projetos. Guião prático. Lisboa: ME/DGIDC
http://www.aps.pt/?area=102&mid=001&sid=005
Guerra, Isabel Carvalho (2000) Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção: o Planeamento em Ciências Sociais. Cascais: Principia.
Hofstede, Geert, Hofstede, Gert Jan e Minkov, Michael (2010) Cultures and Organizations: Software of the Mind. McGraw-Hill USA, 3ª ed.

Bibliografia específica da área de cada um dos mestrados.

Mestrado Educação e Sociedade
Afonso, Cátia, Silva, Andreia, Vale, Sónia e Xavier, Paulo (2004) Sociólogos na escola: a dinamização de uma rede educativa, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS.
Araújo, Emília Rodrigues (2005) O papel do sociólogo na escola: contributos, Comunicação à CPCJ. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3912 /1/O%20papel%20do%20sociologo%20na%20escola.pdf
Bransford, John (2010) How People Learn. Washington DC: National Academy Press.
Sánchez Martínez, Eduardo (2005) Planeamiento Estratégico de la Educación: Elementos Conceptuales y Metodológico. Córdoba: Editorial Brujas.
Santos Guerra, Miguel Ángel (2003) Tornar Visível o Quotidiano: Teoria e Prática de Avaliação Qualitativa das Escolas. Porto: Asa.
Pacheco, José Augusto, org. (2014) Avaliação externa de escolas: quadro teórico/conceptual. Porto: Porto Editora.

Mestrado Sociologia
AA.VV (2014a) Saídas profissionais: O que é ser sociólogo hoje? Narrativas breves sobre experiências profissionais em construção, IS Working Papers, 2.ª Série, N.º 9.
AA.VV (2014b) Saídas profissionais: O que é ser sociólogo hoje? Narrativas breves sobre experiências profissionais em construção, IS Working Papers, 2.ª Série, N.º 11.
Burawoy, Michael (2005) For public sociology, American Sociological Review, 70: 4-28.
Almeida, J. Ferreira de (1992) Trabalhar em sociologia, ensinar sociologia, Sociologia, Problemas e Práticas, 12: 187-199.
André, Mário Rui (2011) Desafios à construção sócio-profissional do sociólogo da saúde fora da academia, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 103-108.
Carreiras, Helena, et al. orgs. (1999) Profissão Sociólogo. Oeiras: Celta/APS.
Costa, António Firmino da (1993) Prática sociológica e deontologia profissional dos sociólogos, Estruturas Sociais e Desenvolvimento (Actas do 2º. Congresso Português de Sociologia), vol. II. Lisboa: Editorial Fragmentos.
Costa, António Firmino da (2004) Será a sociologia profissionalizável?, Gonçalves, Carlos Manuel et al. orgs., Sociologia no Ensino Superior: Conteúdos, Práticas Pedagógicas e Investigação. Porto: FLUP.
Ferreira, Marta (2004) A sociologia ao serviço da comunidade: experiências de actividade sociológica no âmbito das políticas sociais, Actas dos ateliers do Vº Congresso Português de Sociologia, Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção. Lisboa: APS.
Lahire, Benard dir. (2002) À Quoi Sert la Sociologie? Paris: Éditions La Découverte.
Piriou, Odile (2006) La Face Caché de la Sociologie. À la Découverte des Sociologues Praticiens. Paris: Éditions Belin.
Silva, Augusto Santos (1987) O sociólogo como técnico e agente de desenvolvimento, Sociologia, Problemas e Práticas, 3: 67-71.
Silva, Sílvia (2011) O sociólogo da saúde na autarquia local: relato de uma experiência, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 109-126.
Tavares, David (2011) Sociólogos e campos profissionais na saúde: perfis de actividades e desafios, Sociologia On Line, Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 3: 99-102.
Valente, Isabel, et al., orgs. (1995) Experiências e Papéis Profissionais de Sociólogos. Lisboa: APS.

Mestrado Ciências do Trabalho e Relações Laborais
Freire, João (2001) Sociologia do Trabalho: Uma Introdução. Porto: Afrontamento.
Fernandes, António Monteiro (2010) Direito do Trabalho. Coimbra: Almedina. 15ª ed.
Dornelas, António coord. (2006) Livro Verde sobre as Relações Laborais. Lisboa: MTSS.
Garsten, Christina e Anette, Nyqvist, eds. (2013) Organisational Anthropology. Doing ethnography in and among complex organisations. Londres: Pluto Press.
Ruivo, Manuel Seca (1987) O sociólogo na gestão da empresa: da estratégia à capacidade prática, Sociologia, Problemas e Práticas, 2: 91-103.
Stoleroff, Alan (2007) Relações Laborais nas empresas e sistema de relações industriais em Portugal, J. M. Leite Viegas, H. Carreiras, A. Malamud org. Portugal no contexto Europeu. Vol. I: Instituições e política. Lisboa: Celta Editora.
Argyris, Chris e Donald A. Schon (1974) Theory in Practice: Increasing Professional Effectiveness. San  Francisco: Jossey-Bass.

Nota: para além da bibliografia indicada, se necessário, o docente fornecerá a cada aluno sugestões de bibliografia e/ou de pesquisa bibliográfica específica atendendo ao tema do estágio.