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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  GERH

Mudança, Desenvolvimento e Consultoria Organizacional (2 º Sem 2017/2018)

Código: 03153
Acrónimo: 03153
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 20.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 8.0 h/sem 0.0 h/sem 2.0 h/sem 30.0 h/sem 120.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2017/2018
Pré-requisitos Não existem
Objectivos Esta unidade curricular procura proporcionar aos alunos a aprendizagem dos modelos de diagnóstico consultadoria e a sua aplicação nos processos de mudança e desenvolvimento organizacional.
Programa I - Introdução à Consultoria de Gestão
1.1. O mind-set de Consultoria de Gestão
II ? Mudança e Desenvolvimento Organizacional ? Introdução
III ? Metodologia de mudança e desenvolvimento
3.1. Abordagem quantitativa
3.2. Abordagem qualitativa
IV - Diagnóstico e desenvolvimento organizacional
4.1 ? Modelos de diagnóstico (e.g., Weisbord; 7S McKinsey; Investigação-ação; Burke-Litwin)
4.2 ? Estratégias de Desenvolvimento (individual, grupal e organizacional)
V ?Mudança organizacional
5.1. Tipos de mudança.
5.2. As fases da mudança
5.3. O projeto de mudança / Relatórios e propostas de orçamento
5.4. Avaliação e controlo da implementação de soluções de Consultoria de Gestão
VI - Estudos de Caso
Processo de avaliação Regime regular:
Supõe-se a presença assídua nas aulas (60%) e um trabalho contínuo ao longo do período das aulas.
- Trabalho de grupo + Apresentação: A ponderação final é de 40%.
- Exame: a ponderação final é de 60%.
Regime Exame:
Exame final (100% da avaliação final). A nota do trabalho de grupo não será considerada para efeitos de avaliação em regime de exame.
Processo de ensino-aprendizagem 1. Expositivas: apresentação dos quadros teóricos de referência;
2. Participativas: análise e resolução de exercícios práticos e discussão de casos práticos e trabalho de grupo;
3. Ativas: realização de trabalhos individuais e de grupo;
4. Autoestudo: relacionadas com o trabalho autónomo do aluno, tal como consta no Planeamento das Aulas.  
Observações Os alunos abrangidos pelo "Regulamento Interno para Estudantes com Estatutos Especiais" deverão contactar o docente da UC, ou o Coordenador da mesma, na primeira semana de aulas de cada semestre, com vista ao enquadramento dos processos de aprendizagem e avaliação na UC.
Bibliografia básica 1. Anderson, D. (2013). Organization development: The process of leading organizational change. New York: Sage.
2. Burke, W.W. (2013). Organizational change: Theory and practice. New York: Sage.
3. Cumming, T.G. & Worley, C.G. (2014). Organization development and change. Stanford, CT: Cengage Learning.
4. Ferreira, A. I., & Martinez, L.F. (Print 2013). Manual de Diagnóstico e Mudança Organizacional. Lisboa: RH Editora.
5. Kotter, JP. & Cohen, D.S. (2012). The heat of change: Real-life stories of how people change their organizations. Boston: Harvard Business Press.
6. McKinsey Portugal (2011). Portugal: o imperativo do crescimento. McKinsey & Company.
Bibliografia complementar 1. Burtonshaw-Gunn, S. (2010). Essential tools for management consulting ? tools, models and approaches for clients and consultants. John Wiley & Sons, Ltd, West Sussex, United Kingdom.
2. Cascão, F. (2004). Entre a Gestão de Competências e a Gestão do Conhecimento Um estudo exploratório de inovações na gestão das pessoas. Lisboa: RH Editora.
3. Cameron, K., & Quinn, R. (1999). Diagnosing Changing Organizational Culture. New York: Addison-Wesley.
4. Ceitil, M. (2006). Gestão e desenvolvimento de competências. Lisboa: Sílabo.
5. Cunha, M., & Rego, A. (2003). Como Gerir a Mudança não Planeada. Gestão Pura, 1-90.
6. Di Pofi, J.A. (2002). Organizational diagnostics: Integrating qualitative and quantitative methodology. Journal of Organizational Change, 15(2), 156-168.
7. Ferreira, A.I. (2011). Metodologias e Investigação Aplicada. In Lopes, M.P., Palma, P.J., Bártolo-Ribeiro, R., Cunha, M.P. (Eds), Psicologia Aplicada (pp. 25-46). Lisboa: RH Editora.
8. Ferreira, A.I., & Martinez, L.F. (2011). Intellectual capital: Perceptions of productivity and investment. Revista de Administração Contemporânea, 15(2), 249-260.
9. Ferreira, A.I. (2010a). Clima organizacional e sua importância no diagnóstico das empresas. Pessoas & Sintomas, 11, 59-63.
10. Ferreira, A.I. (2010b). Construction and factorial validity of the intellectual capital scale. Hellenic Journal of Psychology, 7(2), 124-140.
11. Harrison, M., & Shirom A.(1999). Organizational Diagnosis and Assessment. New York: Sage Publications.
12. Liu, Y. & Perrewé, P.(2005). Another look at the role of emotion in the organizational change: A process model. Human Resources Management Review, 15, 263-280.
13. Martins, N. & Coetze, M. (2009). Applying the Burke-Litwin model as a diagnostic framework for organisational effectiveness. SA Journal of Human Resources Management, 7, 144-156.
14. Neves, J., Garrido, M.V., Simões, E. (2015). Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais ? Teoria e Prática. Lisboa: Sílabo Editora.
15. Schein, E. (1999). The Corporate Culture. Survival Guide. Warren Bennis Book.
16. Weick, K., & Quinn, R. (1999). Organizational Change and Development. Annual Review of Psychology, 361-86.