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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  GERH

Qualidade de Vida e Saúde no Trabalho (2 º Sem 2017/2018)

Código: 03155
Acrónimo: 03155
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 3.0 0.0 h/sem 10.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 4.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 15.0 h/sem 60.0 h/sem 0.0 h/sem 75.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2017/2018
Pré-requisitos
Objectivos - Compreender o significado da saúde e bem estar no trabalho
- Conhecer os principais conceitos actuais relacionados com a qualidade de vida no trabalho: riscos psicossociais, stresse, burnout e engagement
- Identificar os custos e benefícios da saúde e bem-estar no trabalho para as organizações
- Reconhecer as causas e consequências do stresse organizacional.
- Conhecer as estratégias de promoção de saúde no trabalho e prevenção do stresse, tanto organizacionais como individuais
Programa 1.  Qualidade de vida e Saúde no trabalho
1.1 Definição de Qualidade de vida e Saúde no Trabalho
1.2 Saúde no trabalho em números
1.3 Os custos e benefícios de ter trabalhadores saudáveis

2. Stresse e Burnout no trabalho
2.1. Os conceitos de Riscos Psicossociais, Stress e Burnout no trabalho
2.2. Modelos teóricos sobre stress e burnout

3. Gestão do stresse no trabalho
3.1. Diagnóstico do stress no trabalho: a ideia de uma "auditoria de stress"
3.2 Estratégias de prevenção e gestão do stresse no trabalho
3.2.2 Estratégias organizacionais
3.2.3 Estratégias individuais

4. Elaboração de um plano de gestão do stresse no trabalho
Processo de avaliação Sem prejuízo do estrito cumprimento do regulamento do programa, a avaliação contínua exige a presença mínima em 60% das aulas e inclui a realização de:
- Um trabalho, que poderá ser de grupo, com a ponderação de 35%;
- Uma prova individual, com a ponderação de 65% e uma nota mínima de 10 valores.
Avaliação em 1ª e 2ª épocas - realização de um exame final que representará 100% da nota final obtida, desconsiderando a componente de avaliação contínua.

Processo de ensino-aprendizagem Exposição, debate, grupos de trabalho, estudos de caso
Observações
Bibliografia básica Caetano, A.& Silva, S. A. (2011). Bem-estar e saúde no trabalho. In Lopes, M. P. Ribeiro, R. B., Palma, P. J. e Cunha, M. P. (eds), Psicologia Aplicada. Lisboa: Recursos Humanos Editora.

Clarke, S., Probst, T. M., Guldenmund, F. W., & Passmore, J. (2015). The Wiley Blackwell Handbook of the Psychology of Occupational Safety and Workplace Health. John Wiley & Sons.

Day, A. , Kelloway, E.K. & Hurrell Jr, J.J. (2014). Workplace Well-being: How to Build Psychologically Healthy Workplaces. Wiley-Blackwell.

Ramos, M (2012). Stresse Organizacional. In A.L. Neves & R. Fortes da Costa (Coord.) Gestão de Recursos Humanos de A a Z. Lisboa: RH Editora.

Silva, S.A. & Tavares, S.M. (2012). Saúde e bem-estar no trabalho. In A. L. Neves e R. F. Costa (Coords.), Gestão de Recursos Humanos de A a Z. Lisboa: Editora RH. ISBN: 978-972-8871-41-3.
Bibliografia complementar Bakker, A. B., & Demerouti, E. (2017). Job demands-resources theory: Taking stock and looking forward. Journal of Occupational Health Psychology, 22(3), 273-285.

Bliese, P. D., Edwards, J. R., & Sonnentag, S. (2017). Stress and well-being at work: A century of empirical trends reflecting theoretical and societal influences. Journal of Applied Psychology, 102(3), 389-402.

International Labour Organization (2014). Safety and health at work: A vision for sustainable prevention. Geneva: ILO.

Goh, J., Pfeffer, J., & Zenios, S. A. (2015). The relationship between workplace stressors and mortality and health costs in the United States. Management Science, 62(2), 608-628.

Guest, D. E. (2017) Human resource management and employee well-being: towards a new analytic framework. Human Resource Management Journal, 27: 22-38.

Karasek, R. &Theorell, T. (1990). Healthy Work: Stress Productivity and The Reconstruction Of Working Life. Basic Books

Nielsen,K, Nielsen,M.B.,  Ogbonnaya,C.,  Känsälä,M.,  Saari,E. & Isaksson,K. (2017) Workplace resources to improve both employee well-being and performance: A systematic review and meta-analysis, Work & Stress,31:2, 101-120.

Nielsen, K. (2013). How can we make organizational interventions work? Employees and line managers as actively crafting interventions. Human Relations, 66(8), 1029-1050.

Nielsen, K., & Noblet, A. (Eds.). (2018). Organizational Interventions for Health and Well-being: A Handbook for Evidence-Based Practice. Routledge.

Pfeffer, J. (2018). Dying for a Paycheck. New York: HarperBusiness.

Schaufeli, W. B. (2017). Applying the Job Demands-Resources model. Organizational Dynamics, 2(46), 120-132.

Tetrick, L. E., & Winslow, C. J. (2015). Workplace stress management interventions and health promotion. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 2(1), 583-603.
Recomenda-se a consulta do site do Health and Safety Executive: http://www.hse.gov.uk/stress/index.htm