Aviso: Se está a ler esta mensagem, provavelmente, o browser que utiliza não é compatível com os "standards" recomendados pela W3C. Sugerimos vivamente que actualize o seu browser para ter uma melhor experiência de utilização deste "website". Mais informações em webstandards.org.

Warning: If you are reading this message, probably, your browser is not compliant with the standards recommended by the W3C. We suggest that you upgrade your browser to enjoy a better user experience of this website. More informations on webstandards.org.

Sub Menu
ISCTE-IUL  >  Ensino  >  LGRH

Diagnóstico e Mudança Organizacional (1 º Sem 2016/2017)

Código: L0404
Acrónimo: L0404
Nível: 1º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 36.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 37.0 h/sem 113.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2016/2017
Pré-requisitos Não existem
Objectivos Esta unidade curricular procura proporcionar aos alunos a aprendizagem dos modelos de diagnóstico e a sua aplicação nos processos de mudança organizacional.
Programa I - Diagnóstico e Mudança Organizacional - Introdução
1.1 - Modelos de diagnóstico organizacional
1.2 - As abordagens da mudança organizacional
1.3 - Métodos utilizados em diagnóstico e procedimentos éticos

II -  Modelos de Diagnóstico Organizacional
2.1 - O modelo das 6 componentes de Weisbord
2.2 - Diagnóstico de Cultura organizacional. A abordagem de Schein, Quinn e Cameron
2.3 - A abordagem centrada na performance e gestão por processos. O Score card de R Kaplan. A abordagem sócio técnica. Stream Analysis de Jerry Porras. SERVQUAL.
2.4 - O diagnóstico centrado nas competências. A gestão pelas competências

III - A mudança organizacional
3.1. Mudança planeada e mudança emergente.
3.2. As fases da mudança
3.3. O projecto de mudança
3.4. Desenvolvimento de relatórios e propostas

IV - Estudos de Caso
Processo de avaliação Regime regular:
Supõe-se a presença assídua nas aulas (80%) e um trabalho contínuo ao longo do semestre.

- Trabalho de grupo + Apresentação: A ponderação final é de 40%.
- Frequência individual: a ponderação final deste trabalho é de 60%. Para aprovação os alunos devem ter nota mínima de 7,5 valores na frequência.

Regime Exame:
Exame final(100% da avaliação final). A nota do trabalho de grupo não será considerada para efeitos de avaliação em regime de exame ou melhoria.
Processo de ensino-aprendizagem 1. Expositivas: apresentação dos quadros teóricos de referência;

2. Participativas: análise e resolução de exercícios práticos e discussão de casos práticos e trabalho de grupo;

3. Activas: realização de trabalhos individuais e de grupo;

4. Auto-estudo: relacionadas com o trabalho autónomo do aluno, tal como consta no Planeamento das Aulas.  
Observações Será disponibilizado um horário de atendimento a combinar com os alunos.  
Bibliografia básica 1. Anderson, D. (2011). Organization development: The process of leading organizational change. New York: Sage.

2. Cameron, K., & Quinn, R. (1999). Diagnosing Changing Organizational Culture. New York: Addison-Wesley.

3. Cummings, T. G. & Worley, C. G. (2004). Organization development and change, 8th ed. St. Paul, MN: West Publishing Company.

4. Harrison, M., & Shirom A.(1999). Organizational Diagnosis and Assessment. New York: Sage Publications.

5. Ferreira, A. I., & Martinez, L.F. (2008). Manual de Diagnóstico e Mudança Organizacional. Lisboa: RH Editora.
Bibliografia complementar 1. Cascão, F. (2004). Entre a Gestão de Competências e a Gestão do Conhecimento Um estudo exploratório de inovações na gestão das pessoas. Lisboa: RH Editora.

2. Ceitil, M. (2006). Gestão e desenvolvimento de competências. Lisboa: Sílabo.

3. Cunha, M., & Rego, A. (2003). Como Gerir a Mudança não Planeada. Gestão Pura, 1-90.

4. Di Pofi, J.A. (2002). Organizational diagnostics: Integrating qualitative and quantitative methodology. Journal of Organizational Change, 15(2), 156-168.

5. Ferreira, A.I. (2011). Metodologias e Investigação Aplicada. In Lopes, M.P., Palma, P.J., Bártolo-Ribeiro, R., Cunha, M.P. (Eds), Psicologia Aplicada (pp. 25-46). Lisboa: RH Editora.

6. Ferreira, A.I., & Martinez, L.F. (2011). Intellectual capital: Perceptions of productivity and investment. Revista de Administração Contemporânea, 15(2), 249-260.

7. Ferreira, A.I. (2010a). Clima organizacional e sua importância no diagnóstico das empresas. Pessoas & Sintomas, 11, 59-63.

8. Huy, N.Q., Corley, K, & Kraatz, M. (2014). From support to mutiniy: shifting legitimacy judgements and emotional reactions impacting the implementation of radical change, Academy Of Management Journal, 57, 6, pp. 1650-1680.

9. Liu, Y. & Perrewé, P. (2005). Another look at the role of emotion in the organizational change: A process model. Human Resources Management Review, 15, 263-280.

10. Martins, N. & Coetze, M. (2009). Applying the Burke-Litwin model as a diagnostic framework for organisational effectiveness. SA Journal of Human Resources Management, 7, 144-156.

11. Schein, E.(1999). The Corporate Culture. Survival Guide. Warren Bennis Book.

12. Weick, K., & Quinn, R. (1999). Organizational Change and Development. Annual Review of Psychology, 361-86.