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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  LP

Psicofisiologia e Genética (2 º Sem 2018/2019)

Código: L5206
Acrónimo: L5206
Nível: 1º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 12.0 h/sem 18.0 h/sem 9.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 40.0 h/sem 110.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2018/2019
Pré-requisitos não tem
Objectivos Adquirir uma perspectiva integrada dos fundamentos biológicos e das medidas psicofisiológicas dos processos psicológicos, abandonando ideias preconcebidas da dualidade corpo-mente; Conhecer as medidas psicofisiológicas e saber como podem ser usadas em vários domínios da Psicologia, em investigação, avaliação/monitorização e intervenção; Compreender como se relacionam a constituição genética e as influências ambientais para produzir os fenótipos que atuam no "mundo real".
Programa O programa compreende 11 tópicos em 2 grandes módulos; Genética/Evolução humana/cultura e Psicofisiologia/emoção/cognição:
T1 Continuidade genética entre organismos, relação entre evolução e genética.
T2 Principais marcos da evolução humana e progressos no estudo do genoma humano
T3 Mecanismos de transmissão genética.
T4 Relação genes-comportamento. Factos e Mitos.
T5 A complexa rede de influências entre genes e ambiente
T6 Introdução histórica à Psicofisiologia e à utilização de medidas fisiológicas na investigação de processos psicológicos.
T7 Princípios da estrutura e funcionamento do sistema nervoso.
T8 Fundamentos metodológicos da psicofisiologia.
T9 Bases biológicas, registo, e significado psicológico das medidas periféricas mais usadas: atividade electrodérmica, cardíaca, electromiográfica e pupilar
T10 Princípios básicos dos métodos de estudo da estrutura e atividade cerebrais.
T11 Aplicações da psicofisiologia em diferentes áreas da Psicologia

Processo de avaliação Os alunos optam entre 2 modos de avaliação: contínua ou exame final.
Avaliação periódica: Teste (60%) + Apresentação oral de textos selecionados, em grupo, com entrega em formato escrito (20%) + dinamização de debate (20%).
A aprovação requer >= 8.5 valores em todos os elementos de avaliação, e >= 9.5 valores na média final ponderada.  

Os alunos que não tenham realizado avaliação contínua ou que nesta tenham reprovado, podem apresentar-se a exame. São aprovados com >= 9.5 valores.

Processo de ensino-aprendizagem A maior parte do processo de aprendizagem é conduzida autonomamente pelo aluno, fora do tempo de contacto lectivo, que está estruturado em: aulas teóricas; aulas teórico-práticas e aulas de práticas-laboratoriais. As últimas são: em pequenos grupos, possibilitando exemplificar medidas usando o equipamento de psicofisiologia, ou ilustrar conceitos, observando e discutindo vídeos ou outro material.
Observações A perspectiva pedagógica desta UC valoriza o desenvolvimento da capacidade de integrar interdisciplinarmente conceitos, a compreensão do método científico, o pensamento crítico e os hábitos de pesquisa autónoma de literatura científica. Valoriza igualmente a capacidade de trabalhar em grupo, de apresentar e discutir novos conhecimentos e expressar pontos de vista. A última deve ser feita de forma fundamentada, com respeito por colegas, docentes e pelo trabalho em ciência.
Os alunos são encorajados a tirar as suas dúvidas nas aulas, mas quando muito extensas ou complexas, deverão fazê-lo inscrevendo-se para o efeito, por e-mail, para sessões de Tutoria, dentro do horário de atendimento do Professor.
Bibliografia básica Cacciopo, J. T., Tassinary, L. G. & GG Berntson (2017). Handbook of Psychophysiology, 4th Edition. Cambridge: Cambridge University Press.

Dilala, L. (2004). Behavior Genetics Principles. Perspectives in Development, Personality, and Psychopathology.Wasington, DC: APA

Francis, R. C. (2012). Epigenetics: How Environment Shapes Our Genes. NY, USA: W. W. Norton & Company

Kolb, B., & Whishaw I. Q. (2015). Fundamentals of Human Neuropsychology, 7th Edition. New York: Worth Publishers.

Levy, A., Carrapiço, F., Abreu, H. e Pina, M. (2015). Homem: origem  evolução. Lisboa: Glaciar  

Nettle, D. (2010). Evolution and Genetics for Psychology. Oxford: Oxford University Press.

Stern, R. M. (2000). Psychophysiological Recording. USA: Oxford University Press

Toates, F. (2011). Biological Psychology (3rd Ed.). Harlow, NE: Prentice Hall

Vila, J.  (2000). Una introducción a la psicofisiologia clínica. Madrid: Ediciones Pirámide.

Bibliografia complementar Varia anualmente e poderá ser aconselhada outra bibliografia específica.

Artigos por temas (exemplos)/Papers by topic (exemples)

- Psychophysiology and Emotion-

Andreasson & Dimberg, U. (2008). Emotional Empathy and facial Feedback. Journal of Nonverbal Behavior 32:215-224
Dimberg, U. & Thunberg, M. (1998). Rapid facial reactions to emotional facial expressions. Scandinavian Journal of Psychology, 39:39-45
Esteves, F., Arriaga, P. & Gaspar, A. (2010). Moving Emotion Forward: From the Ubiquity of Emotion in Mental Processes to Rewinding its Origins. Psicologia XXIV(2): 11-16
Esteves, F., Gaspar, A. & Arriaga, P. (2008). One hundred year old questions, novel paradigms and new findings on emotion. Psicologia 22, 2:5-10  
Flykt , A., Esteves, F. & Öhman, A., (2007). Skin conductance responses to masked conditioned stimuli: Phylogenetic/ontogenetic factors versus direction of threat- Biological Psychology 74:328-336
Keating, CF, Randall, DW, Kendrick, T and Gutshall, KA (2003). Do Babyfaced Adults receive more help? The (cross-cultural) case of the lost resume. Journal of Nonverbal Behavior 27(2): 89-107
Öhman, A., Esteves, F., Flykt, A. & Soares, J.J.F. (1993). Emotion, Attention & Electrodermal Activity. In J.C. Roy, W. Boucseim,  D.C. Fowles & J.H. Gruzelier (Eds). Progress in electrodermal research (pp. 137-157). NATO ASI series: Life Sciences, vol 249. New York: Plenum Press
Öhman, A., Flykt, A. & Esteves, F. (2001). Emotion Drives Attention: Detecting the Snake in the Grass. Journal of Experimental Psychology 130,3:466-478
Ramachandran, V. & Oberman, L.M. (2006) Broken Mirrors: A Theory of Autism. Scientific American, Nov. 2006:63-69

- Genetics and Human Evolution/Culture -

Aleman, A. Swart, M. & van Rijn, S. (2008). Brain imaging, genetics and emotion. Biological Psychology, 79:58-69
Carrol, SB (2003). Genetics and the Making of Homo sapiens. Nature 422: 849- 85
Hawks, J. (2014). Still Evolving (after all these years. Scientific American, 311:86-91
Pollard, K.S. (2009). What makes us Human? Scientific American May2009 :32-37
Shreeve, J. (2006). Reading Secrets of the blood. National Geographic March 2006:70-73
Zimmer, C. (2006). A fin is a limb is a wing. How evolution fashioned its masterworks. National Geographic 210, 5: 114-135