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Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das
seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
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Em vigor desde o ano letivo
2019/2020
Pré-requisitos
Precedencia obrigatória: ARQUITECTURA V
Objectivos
1 - Desenvolver a capacidade de descrição e interpretação de uma proposta arquitectónica, atendendo às circunstâncias socioculturais, físicas, económicas e programáticas que o condicionam. 2 - Aprofundar o conhecimento da teoria em arquitectura, entendo-a como o domínio para o qual converge o saber de fazer. 3 - Consolidar a prática projetual e a capacidade de concepção mediante o entendimento do espaço e das variáveis que o condicionam.
Programa
O exercício proposto deverá ser entendido como campo de investigação onde é possível simular soluções que construam lugares humanizados, articulados com o quotidiano da vida dos seus habitantes. O programa estrutura-se em torno de três objectivos programáticos: OP1 - Concepção de edifício(s) de habitação colectiva / multifamiliar, associado(s) a uma valência de equipamento ou espaço comercial de proximidade, num contexto urbano consolidado. OP2 - Articulação da proposta com a especificidade do lugar, atendendo à inserção física e programática do edifício, num contexto urbano especifico; OP3 - Desenvolvimento do projeto até às escalas do desenho de execução, questionando, corrigindo e consolidando as decisões tomadas anteriormente.
Processo de avaliação
A classificação final resultará da ponderação de 3 tipos: Contínua (20%). Implica a presença num número de aulas igual ou superior a 75%, e a qualidade da participação nos debates e discussões e o envolvimento no progresso trabalho. Periódica (30%). Associada a 1 exercício organizado em 3 etapas. As datas são definidas no Planeamento da UC. Final (50%). Apresentação do exercício a um júri - inclui uma exposição oral, associada às peças escritas, desenhadas e(maquetas).
Processo de ensino-aprendizagem
Os tempos de contacto são de 2 tipos: Teórico-práticas (TP) e Práticas Laboratoriais (PL). Teórico-práticas (TP). Valorizar-se-á a apresentação e discussão de casos de estudo associados aos conceitos e ideias nucleares da UC. Práticas laboratoriais(PL). Compreendem o trabalho em grupo e Individual. Pretende-se neste espaço desenvolver e consolidar a prática projectual, articulada com os conhecimentos adquiridos nas TP e o trabalho autónomo.Este último encontra-se no Planeamento da UC.
Observações
A avaliação final é única e obrigatória, não dando lugar a um segundo momento de avaliação. Dada a natureza de continuidade, a entrega e a apresentação final constituem um momento de remate de um percurso longo e coerente. Horário de atendimento José Neves: 6ª feira - 8.30h-9.30h Pedro Mendes : 4ª feira - 12.00h -13.00h Alexandra Paio: - 2 feira 8.30 am - 9.30 am
Tendo em conta o Despacho 31/2020 foram feitas as seguintes alterações ao processo de avaliação, que foram comunicadas ao coordenador de ano/curso e aos estudantes:
A avaliação final ocorre no final do segundo semestre, num modelo não presencial. Será feita através do www, utilizando o software Zoom Colibri. A avaliação está de acordo com o enunciado do exercício prescrito e considera todo o trabalho como um todo. Os trabalhos desenvolvidos pelos alunos ao longo do semestre foram submetidos digitalmente. Os alunos são aprovados nesta avaliação se tiverem uma classificação igual ou superior a 10 pontos.
Estas alterações foram validadas pelo Director do Curso MIA, pelo Coordenador do ano e alunos.
Alexandra Paio: 2ª feira - 15h-16h
Bibliografia básica
GAUSA, Manual, 2010. OPEN, Espacio Tempo información. Arquitetura, Vivenda y Ciudade Contemporánea. Teoría e Historia de un Cambio, Barcelona: ACTAR. MADRAZO, Leandro et al, 2012. Oikodomos. Innovation housing learning, Antwerpen: Oikodomos. JENKINS, Paul e FORSYTH, Leslie, (ed) 2010. Architecture, Participation and Society, New York: Routledge. MELGAREJO, Maria (ed), 1996. Nuevos Modos de Habitar, Barcelona: COACV. FRANKLIN, Bridget, 2006. Housing Transformations. Shaping the Space of 21th century living, New York: Routledge. MONTANER, Josep Maria e MUXÍ, Zaida, 2013. Arquitectura y Política. Ensaios para mundos alternativos, Barcelona: GG. A+T, Independent Magazine of Architectue +Technology. Reclaim Domestic Actions. Spring 2013. Issue 41. SOLÀ-MORALES, Ignasi, 1998 (1995). Diferencias. Topografia de la Arquitectura Contemporánea, Barcelona: Editorial G.G. SOLÀ-MORALES, Ignasi, 2002. Territórios, Barcelona: Editorial GG.
Bibliografia complementar
AAVV, 1995. Normas Técnicas para o Projecto de Edifícios de Habitação, Lisboa: LNEC. ABALOS, Iñaki, 2000. La Buena Vida, Visitas Guiadas a las Casas de la Modernidade. Barcelona: G.G. FRENCH, Hilary, 2009. Vivienda colectiva paradigmática del siglo XX. Plantas, secciones y alzados. Barcelona, GG. HEIDEGGER, Martin, (1951). Building Dwelling Thinking (http://web.mac.com/davidrifkind/fiu/library_files/heidegger.building-dwelling-thinking.lib-iss.pdf) IHRU (Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana). Portal da Habitação. Disponível em: <http://www.portaldahabitacao.pt/pt/portal/glossario/>. Acesso em: 21 de Agosto de 2010. LEUPEN, Bernard, 2006. Frame and Generic Space. A study into the changeable dwelling proceedings from the permanent, Rotterdam: 010 Publishers. PEREIRA, Luz Valente; GAGO, M. Amélia Corrêa; e, LOPES, M. José. 1984. Inquérito à Habitação Urbana. Lisboa: LNEC. PORTAS, Nuno, 1999. Funções e Exigências de Áreas de Habitação. Lisboa: MOP/LNEC, 1999.SCHNEIDER, Friederic, 2006. Atlas de plantas. Viviendas, Barcelona, GG.