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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MPSO

Diagnóstico e Intervenção Social e Organizacional (1 º Sem 2012/2013)

Código: M8206
Acrónimo: M8206
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 24.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 25.0 h/sem 125.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2012/2013
Pré-requisitos Não existem.
Objectivos Esta unidade curricular tem por objectivo proporcionar aos alunos a aprendizagem de metodologias de diagnóstico e de intervenção em sistemas e subsistemas sociais e organizacionais bem como a aquisição e treino de competências específicas nesta área.


Programa I. ABORDAGENS DO DIAGNÓSTICO SOCIAL E ORGANIZACIONAL

1.1. O diagnóstico no âmbito da mudança e desenvolvimento.
1. 2. Níveis de diagnóstico.
1. 3. Modelos de diagnóstico.
1. 4. O processo de diagnóstico: objectivos, concepção, implementação, recolha e análise da informação.
1. 5. Análise de problemas: estratégias e processos.
1. 6. Técnicas de diagnóstico social e organizacional no nível individual, grupal organizacional e institucional.
1. 7. Reporte e feedback do diagnóstico social e organizacional.

II. PROCESSOS E TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO SOCIAL E ORGANIZACIONAL

2. 1. Objectivos e plano da intervenção.
2. 2. Dispositivo de intervenção: métodos, técnicas e recursos.
2. 3. Níveis de intervenção: individual/grupal/organizacional/institucional.
2. 4. Técnicas específicas para cada nível de intervenção e técnicas integrativas.
2. 5. Avaliação da intervenção.
2. 6. Princípios éticos no diagnóstico e intervenção social e organizacional.
Processo de avaliação Os alunos podem frequentar esta unidade curricular de acordo com dois regimes:regular e exame final.

Regime regular:
Supõe-se a presença assídua nas aulas (80%) e um trabalho contínuo ao longo do semestre.

1. Trabalho de Grupo: relatório e apresentação na aula: 50%
2. Frequência de avaliação de conhecimentos: 50%


Exame final.
Cobre toda a matéria do programa
Processo de ensino-aprendizagem Durante o semestre o aluno deverá adquirir competências sendo utilizadas as seguintes metodologias de ensino-aprendizagem (ME):

1. Expositivas: apresentação dos quadros teóricos de referência;
2. Participativas: análise e resolução de exercícios práticos e discussão de casos práticos e trabalho de grupo;
3. Activas: realização de trabalhos individuais e de grupo
4. Auto-estudo: relacionadas com o trabalho autónomo do aluno, tal como consta no Planeamento das Aulas.
Observações Será disponibilizado um horário de atendimento a combinar com os alunos.
Bibliografia básica Anderson, D. (2011). Organization development: The process of leading organizational change. New York: Sage.

Ferreira, A. I., & Martinez, L.F. (2008). Manual de Diagnóstico e Mudança Organizacional. Lisboa: RH Editora.

Harrison, M. I. & Shirom, A. (1999). Organizational diagnosis and assessment: Bridging theory and practice. Thousand Oaks: Sage.

Nadler, D. A., & Tushman, M. L. (1997). Competing by design. N. York: Oxford University Press.

Weick, K.E. & Quinn R. E. (1999). Organizational change and development. Annual Review of Psychology., 50, 361-386.
Bibliografia complementar I. SOCIAL AND ORGANIZATIONAL DIAGNOSTIC APPROACHES

Anderson, D. (2011). Cases and Exercises in Organization Development & Change. New York: Sage.

Beer, M. & Spector, B. (1993). Organizational diagnosis: Its role in organizational learning. Journal of Counseling and Development, 71, 642-650.

Bunker, B. B. & Alban, B. T. (2006). The handbook of large group methods: creating systemic change in organizations and communities. San Francisco : Jossey-Bass.

Caetano, A. (Org.) (2000). Mudança organizacional e gestão de recursos humanos. Lisboa: OEFP.

Cameron, K. S. & Quinn R. E (2006). Diagnosing and changing organizational culture: based on the competing values framework, Revised Edition. San Francisco: Jossey-Bass.

Cummings, T. G. & Worley, C. G. (2004). Organization development and change (8th ed.). St. Paul, MN: West Publishing Company.

Di Pofi, J.A. (2002). Organizational diagnostics: Integrating qualitative and quantitative methodology. Journal of Organizational Change, 15(2), 156-168.

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Ferreira, A.I., & Martinez, L.F. (2011). Intellectual capital: Perceptions of productivity and investment. Revista de Administração Contemporânea, 15(2), 249-260.

Ferreira, A.I. (2010a). Clima organizacional e sua importância no diagnóstico das empresas. Pessoas & Sintomas, 11, 59-63.

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Weisbord, M. R. (1978). Organizational diagnosis: a workbook of theory and practice. Reading, Mass: Addison-Wesley.


II. Processos e técnicas de intervenção social e organizacional

Bunker, B. & Alban, B. (1992). What makes large group interventions effective?. Journal of Applied Behavioral Science 28(4).

Caetano, A. (2001). Mudança organizacional. In, J. M. C.Ferreira, J. Neves., e A. Caetano (Coord.). Manual de Psicossociologia das Organizações. Lisboa: McGraw-Hill.

Hammer, M. & Champy J. (1993) Reengenharia. Rio de Janeiro: Editora Campus.

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