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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  MPSO

Psicologia Social da Justiça (1 º Sem 2017/2018)

Código: M8210
Acrónimo: M8210
Nível: 2º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Inglês, Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 24.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 25.0 h/sem 125.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2017/2018
Pré-requisitos Não se aplica.
Objectivos Esta UC visa oferecer o quadro teórico para a intervenção psicossocial nas questões relacionadas com as percepções de justiça. Pretende-se, assim, que os alunos saibam utilizar os modelos teóricos da Psicologia Social da Justiça na resolução de problemas e conflitos sociais. Pretende-se ainda que os alunos apliquem conhecimentos da Psicologia Social na resolução de problemas no âmbito dos sistemas judicial e prisional.
Programa CP1. A Psicologia Social da Justiça: definição e âmbito de aplicação.
CP2. Teorias da  privação relativa,
CP3. Teorias da justiça distributiva,
CP4. Teorias da justiça procedimental /interaccional.
CP5. Teorias da  justiça retributiva.
CP6. A teoria da crença no mundo justo e as reacções às vítimas de injustiça.
CP7. Teorias da justiça reparadora.
Processo de avaliação Os alunos podem frequentar esta UC em regime de avaliação periódica ou de exame final.
Para realizar a avaliação periódica, os alunos deverão:
- realizar um trabalho (25%);
-realizar uma apresentação oral (10%)
- Realizar uma frequência individual 65%).
Os alunos que não tenham realizado a avaliação periódica ou que tenham ficado reprovados na mesma (nota inferior a 10 valores), poderão apresentar-se a exame final (100%).
Processo de ensino-aprendizagem Cada aluno terá no total 25 horas de contacto, sendo 24 horas teórico-práticas e 1 hora de orientações tutoriais. Nas aulas teórico-práticas será apresentada e discutida a matéria com recurso à exposição da mesma pela docente, à apresentação de artigos pelos alunos, e à realização de exercícios práticos de análise de situações concretas.
Das 125 horas de trabalho autónomo os alunos dispendem 40 horas para realizar o trabalho de grupo e 85 horas de auto-estudo para preparação para o teste.

Observações Nota mínima em avaliação periódica:
É exigida nota mínima de 9,5 valores em qualquer dos parâmetros da avaliação periódica explicada no campo "Processo de avaliação". Se um destes parâmetros obtiver nota inferior a 9,5 valores, o aluno passa a exame final.

Nota de aprovação em exame final:
Para ficar aprovado em exame final, o/a aluno/a deverá ter no mínimo 9,5 valores.

Outras normas aplicáveis:
Sob nenhuma excepção a nota da avaliação contínua pondera para nota em exame final.
Bibliografia básica Cropanzano, R., & Ambrose, M. A. (2015). (Eds.). The Oxford handbook of justice in the workplace. Oxford, UK: Oxford University Press.
Giacalone, R. A., & Promislo, M. D. (2014). Handbook of unethical work behavior: Implications for individual well-being. London: Routledge.
Johnstone, G., & Van Ness, D.W. (2007). The handbook of restorative justice. Devon: Willan Publishing.
Jost, J.T., & Kay, A.C. (2010). Social justice: History, theory, and research. In S.T. Fiske, D. Gilbert, & G. Lindzey (Eds.), Handbook of social psychology (5th edition, Vol. 2, pp. 1122-1165). Hoboken, NJ: Wiley.
Tyler, T., Boeckman, R.J., Smith, H. J., & Huo, Y.J. (1997). Social justice in a diverse society. Colorado: Westview Press
Bibliografia complementar Braithwaite, J. (1989). Crime, shame and reintegration. Cambridge: Cambridge University Press.
Abrams, L. S., Umbreit, M., & Gordon, A. (2006). Young offenders speak about meeting their victims: Implications for future programs. Contemporary Justice Review, 9, 243-256.
Bazemore, G. & Schiff, M. (2001). Understanding restorative community justice: What and why now? In G. Bazemore, & M. Schiff (Eds.), Restorative justice: Repairing harm and transforming communities (pp. 21-46). Cincinnati, Anderson.
Bobocel, D. R., Kay, A. C., Zanna, M. P., & Olson, J. M. (Eds.) (2010)  The psychology of justice and legitimacy: The Ontario symposium (Vol. 11). New York: Psychology Press.
Carlsmith, K. M., Darley, J. M., & Robinson, P. H. (2002). Why do we punish? Deterrence and just deserts as motives for punishment. Journal of Personality and Social Psychology, 83, 1-16.
Cohen, R. L. (2001). Provocations of restorative justice. Social Justice Research, 14, 209-232.
Colquitt, J. A. (2008). Two decades of organizational justice: Findings, controversies, and future directions. In C. L. Cooper & J. Barling (Eds.), The Sage handbook of organizational behavior: Volume 1 - Micro Approaches (pp. 73-88). Newbury Park, CA: Sage.
Colquitt, J. A. (2012). Organizational justice. In S. W. J. Kozlowski (Ed.), The Oxford handbook of organizational psychology (Vol. 1, pp. 526-547). New York: Oxford University Press.
Correia, I. F. (2003). Concertos e desconcertos na procura de um mundo concertado. Lisboa: FCG/FCT.
Correia, I. (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, 28, 7-28.
Correia, I., Alves, H., Morais, R., & Ramos, M. (2015). The legitimation of wife abuse among women: The impact of belief in a just world and gender identification. Personality and Individual Differences, 76, 7-12. doi:10.1016/j.paid.2014.11.041  
Correia, I., & Dalbert, C. (2008). School Bullying: Belief in a Personal Just World of Bullies, Victims and Defenders. European Psychologist, 13, 248-254. DOI 10.1027/1016-9040.13.4.248
Correia, I., & Dalbert, C. (2007). Belief in a just world, justice concerns, and well-being at portuguese schools. European Journal of Psychology of Education, 22, 421-437.
Correia, I., Salvado, S., & Alves, H. (2016). Belief in a just world and self-efficacy to promote justice in the world predict helping attitudes, but only among volunteers. The Spanish Journal of Psychology, 19, e28, 1-9. doi: 10.1017/sjp.2016.29
Correia, I., Vala, J., & Aguiar, P. (2007). Victims innocence, social categorization and the threat to the belief in a just world. Journal of Experimental Social Psychology, 43, 31-38.
Crosby, F. J. (1984). The denial of personal discrimination. American Behavioral Scientist, 27, 371-386.
Crosby, F.J., Iyer, A., Clayton, S., & Downing, R. A. (2003). Affirmative action. Psychological data and the policy debates. American Psychologist, 58, 93-115.
Dalbert, C. (2001). The justice motive as a personal resource. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers.
Darley, J., & Pittman, T. S. (2003). The psychology of compensatory and retributive justice. Personality and Social Psychology Review, 7, 324-336.
De Cremer, D. (2007). Advances in the psychology of justice and affect. Greenwich, CT: Information Age Publishing.
Diekmann, K. A., Walker, S. D. S., Galinsky, A. D., & Tenbrunsel, A. E. (2013). Double victimization in the workplace: Why observers condemn passive victims of sexual harassment. Organization Science, 24(2), 614-628.
Gouveia-Pereira, M., Vala, J., & Correia, I. (2017). Teachers' legitimacy: Effects of justice perception and social comparison processes. British Journal of Educational Psychology, 87, 1-15. doi: 10.1111/bjep.12131
Gouveia-Pereira, M., Vala, J., Palmonari, A., Rubini, M. (2003). School experience, relational justice and legitimation of institutional authorities. European Journal of Psychology of Education, 28, 309-325.
Hafer, C. L, & Bègue, L. (2005). Experimental research on just-world theory: Problems, developments, and future challenges. Psychological Bulletin, 131, 128-167.
Lerner, M. J. (1980). Belief in a just world: A fundamental delusion. New York: Plenum Publishing Corporation.
Orth, U. (2002). Secondary victimization of crime victims by criminal proceedings. Social Justice Research, 15, 313- 325.
Otto, K. & Dalbert, C. (2005). Belief in a just world and its functions for young prisoners. Journal of Research in Personality, 39, 559-573.
Peters, S. L., & van den Bos, K. (2008). When fairness is important: Reactions to being inequitably paid in communal relationships. Social Justice Research, 21, 86-105.
Thibaut, J., & Walker, L. (1975). Procedural justice: A psychological analysis. Hillsdale, NJ: Erlbaum.
Tyler, T. Degoey, P. & Smith, H. (1996). Understanding why the justice of group procedures matters: A test of the psychological dynamics of the group-value model. Journal of Personality and Social Psychology, 70, 913-930.
Tyler, T. R., & Lind, E. A. (1992). A relational model of authority in groups. In M. Zanna (Ed.), Advances in experimental social psychology (Vol. 25, pp. 115-191). San Diego, CA: Academic Press.


Serão facultados mais artigos específicos durante a UC.