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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  DEc

Comércio e Investimento Internacional (1 º Sem 2018/2019)

Código: 00205
Acrónimo: CII
Nível: 3º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Inglês
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 6.0 h/sem 6.0 h/sem 144.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2016/2017
Pré-requisitos Microeconomia de nível intermédio
Objectivos Pretende-se que os alunos no final desta cadeira tenham adquiridos conhecimentos a nível avançado de contribuições teóricas e aplicadas na área do comércio e investimento internacional.
Programa CP1. Determinantes da especialização comercial: das abordagens tradicionais às abordagens modernas
CP2. Nova teoria do comércio
CP3. Modelo gravitacional
CP4. Comércio e desigualdade
CP5. Política comercial
CP6. Novos desenvolvimentos na medição do comércio
CP7. IDE: Teoria e análise empírica
CP8. Spillovers do IDE: Teoria e evidência
Processo de avaliação A avaliação da UC processa-se em duas épocas: Normal (1.ª Época) e de Recurso (2.ª Época).
a) Época Normal:  
   Avaliação Contínua:
- Relatório sobre o estado de arte da literatura num tópico na área científica da UC: 50%
- Relatório com pistas de investigação futura na área sobre a qual incidiu o relatório: 25%;
- Apresentação oral dos dois relatórios anteriores: 10%;
- Discussão oral: 15%.
b) Época de Recurso: Prova escrita (100%)
Processo de ensino-aprendizagem Para serem alcançados os resultados de aprendizagem, a UC recorrerá às seguintes metodologias de ensino-aprendizagem (MEA):
MEA1. Orientação tutorial: 1,5 horas para uma reunião inicial com o aluno para discutir a situação atual e os desafios de investigação da literatura na área; duas reuniões intercalares (1,0 hora/reunião); 1,5 horas para uma reunião para discussão e apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelo aluno.
MEA2. Autoestudo, relacionado com o trabalho autónomo do aluno.
Observações -
Bibliografia básica Nota: pela natureza da UC, não se efetua a distinção entre bibliografia básica e complementar, devendo ser considerada indiferentemente.
Anderson, J. and E. van Wincoop (2003) Gravity with Gravitas. American Economic Review 93: 170-192.
Anderson, J. and E. van Wincoop (2004) Trade Costs. Journal of Economic Literature 42: 691-751.
Antràs, P. and Yeaple, S. (2014) Multinational Firms and the Structure of International Trade. In G. Gopinath, E. Helpman e K. Rogoff (eds.) Handbook of International Economics, Vol. 4 (pp. 55-130). Amsterdam: North-Holland.
Arkolakis, C., A. Costinot and A. Rodriguez-Clare (2012) New Trade Models, Same Old Gains? American Economic Review 102: 94-130.
Bagwell, K. and R. Staiger (1999) An Economic Theory of GATT. American Economic Review 89: 215-248.
Brülhart, M. (2011) The Spatial Effects of Trade Openness: A Survey. Review of World Economics 147: 59-83.
Costinot, A. (2009) On the Origins of Comparative Advantage. Journal of International Economics 77: 255-264.
Bibliografia complementar Costinot, A., D. Donaldson, and I. Komunjer (2012) What Goods do Countries Trade? A Quantitative Exploration of Ricardo's Ideas. Review of Economic Studies 79: 581-608.
Costinot, A. and J. Vogel (2010) Matching and Inequality in the World Economy. Journal of Political Economy 118:747-786.  
Crespo, N. and Fontoura, M. (2007) Determinant Factors of FDI Spillovers - What Do We Really Know? World Development 35: 410-425.
Dunning, J. (2000) The Ecletic Paradigm as an Envelope for Economic and Business Theories of MNE Activity. International Business Review 9: 163-190.
Eaton, J. and S. Kortum (2002) Technology, Geography, and Trade. Econometrica 70: 1741-1780.
Falvey, R. (1981) Commercial Policy and Intra-industry Trade. Journal of International Economics 11: 495-511.
Feenstra, R. (2004) Advanced International Trade. Princeton University Press.
Fieler, A. (2011) Non-homotheticity and Bilateral Trade: Evidence and a Quantitative Explanation. Econometrica 79: 1069-1101.
Fontoura, M. (1997) Aspectos Teóricos do Investimento Directo Estrangeiro. In ICEP (org.), Análise do Comércio Internacional (pp. 37-60). Lisboa: ICEP Portugal.
Grossman, G. and E. Rossi-Hansberg (2008) Trading Tasks: A Simple Theory of Offshoring. American Economic Review 98: 1978-1997.
Hallak, J. (2006) Product Quality and the Direction of Trade. Journal of International Economics 68: 238-265.
Hallak, J. and P. Schott (2011) Estimating Cross-country Differences in Product Quality. Quarterly Journal of Economics 126: 417-474.
Helpman, E., M. Melitz and Y. Rubinstein (2008) Estimating Trade Flows: Trading Partners and Trading Volumes. Quarterly Journal of Economics 123: 441-487.
Hummels, D. and P. Klenow (2005) The Variety and Quality of a Nation's Exports. American Economic Review 95: 704-723.
Krugman, P. (1979) Increasing Returns, Monopolistic Competition, and International Trade. Journal of International Economics 9: 469-479.  
Krugman, P. (1980) Scale Economies, Product Differentiation, and the Pattern of Trade. American Economic Review 70: 950-959.
Markusen, J. (2013) Putting per-capita Income Back into Trade Theory. Journal of International Economics 90: 255-265.
Markusen, J. and A. Venables (1998) Multinational Firms and the New Trade Theory. Journal of International Economics 46: 183-203.
Melitz, M. (2003) The Impact of Trade on Intra-industry Reallocations and Aggregate Industry Productivity. Econometrica 71: 1695-1725.
Romalis, J. (2004) Factor Proportions and the Structure of Commodity Trade. American Economic Review 94: 67-97.
Trefler, D. (1995) The Case of Missing Trade and Other Mysteries. American Economic Review 85: 1029-1046.
Yi, K. (2003) Can Vertical Specialization Explain the Growth of World Trade? Journal of Political Economy 111: 52-102.
World Trade Organization - WTO (2013) World Trade Report - Factors Shaping the Future of World Trade. Geneva: WTO Publications.