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ISCTE-IUL  >  Ensino  >  LS

Introdução à Psicologia Social (2 º Sem 2018/2019)

Código: L0430
Acrónimo: L0430
Nível: 1º Ciclo
Estruturante: Não
Língua(s) de Ensino: Português
Língua(s) amigável(is):
Ser English-friendly ou qualquer outra língua-friendly, significa que a UC é leccionada numa língua mas que se pode verificar qualquer uma das seguintes condições:
1. Existem materiais de apoio em língua inglesa/outra língua;
2. Existem exercícios, testes e exames em língua inglesa/outra língua;
3. Existe a possibilidade de se apresentar trabalhos escritos ou orais em língua inglesa/outra língua.
1 6.0 0.0 h/sem 36.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 0.0 h/sem 1.0 h/sem 37.0 h/sem 113.0 h/sem 0.0 h/sem 150.0 h/sem
Em vigor desde o ano letivo 2018/2019
Pré-requisitos Não há
Objectivos O objectivo fundamental desta UC consiste em fornecer um quadro conceptual que possibilite aos estudantes dominar os pressupostos teóricos e a metodologia de investigação, de um conjunto de temáticas-chave da Psicologia Social e da psicologia social aplicada:  estereótipos e conflitos intergrupais; injustiças, desigualdades e vitimização; inclusão e exclusão social. Pretende-se igualmente promover a capacidade de reflexão dos estudantes acerca das implicações práticas de tais temáticas de modo a que sejam capazes de utilizar os conceitos e modelos teóricos da disciplina para analisar problemas sociais da actualidade.
Programa CP1. Psicologia Social: Perspectiva, Objecto e Método

CP2. A génese dos conflitos intergrupais: teorias e modelos clássicos  


CP3. Estereótipos, preconceitos, discriminação: Formas contemporâneas de exclusão social

CP4. Redução dos conflitos intergrupais: modelos e abordagens teóricas.

CP5. Injustiça, desigualdades e vitimização.

CP6. Inclusão social, exclusão social e solidão.
Processo de avaliação Regime de avaliação: periódica ou final.
Avaliação periódica: 1) Duas frequências individuais (35% cada); 2) Trabalho de grupo: reflexão teoricamente fundamentada de um artigo de jornal, ou um anúncio, com apresentação e debate na turma (25%); 3) Participação num total de 2h de investigações (5%).
Aprovação: Mínimo de 8,5 como média das notas das frequências, mas mínimo de 9,5 valores nota final. Avaliação final: Exame final (1ª e/ou 2ª época, 100%).
Processo de ensino-aprendizagem A UC está estruturada em aulas teórico-práticas que recorrem a diferentes metodologias: Expositiva (apresentação dos conceitos e das perspectivas teóricas, em grande grupo); Participativa e activa (exercícios em pequeno grupo; visionamento e discussão de vídeos, participação em investigações,). São ainda utilizadas metodologias de auto-estudo para preparação dos trabalhos de grupo, leituras e preparação das frequências. A OT destina-se a esclarecimento de dúvidas dos estudantes.
Observações Em nenhuma situação, o trabalho é um elemento de avaliação na avaliação por exame final.
Bibliografia básica Abrams, D.,  Hogg, M. A., Marques, J.M. (2015). The social psychology of inclusion and exclusion. New York: Psychology Press.
Alves, H. (2012). Sobre a descoberta da normatividade injuntiva da expressão da crença no mundo justo - uma aventura em psicologia social. Em Pereira, C. R.,Lopes, R. C. (Eds.), Normas, atitudes e comportamentos sociais (pp. 15-24). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
Sutton, R. & Douglas K. (2013). Social psychology. New York: Palgrave MacMillan.
Vala, J., & Monteiro, M.B. (orgs.) (2013). Psicologia Social (9.ª ed. revista e atualizada). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Bibliografia complementar Baumeister, R. F., Twenge, J. M., & Nuss, C. K. (2002). Effects of social exclusion on cognitive processes: Anticipated aloneness reduces intelligent thought. Journal of Personality and Social Psychology, 83, 817-827. doi:10.1037/0022-3514.83.4.817
Beelmann, A., & Heinemann, K. S. (2014). Preventing prejudice and improving intergroup attitudes: A meta-analysis of child and adolescent training programs. Journal of Applied Developmental Psychology, 35(1), 10-24. 10.1016/j.appdev.2013.11.002
Benson P. L., Dehority J., Garman L., Hanson E., Hochschwender M., Lebold C., ... Sullivan J. (1980). Intrapersonal correlates of nonspontaneous helping behavior. The Journal of Social Psychology, 110, 87-95. http://dx.doi.org/10.1080/00224545.1980.9924226
Bierhoff H. W. (2002). Prosocial behavior. New York, NY: Psychology Press. Bierhoff H. W., Klein R., & Kramp P. (1991). Evidence for the altruistic personality from data on accident research. Journal of Personality, 59, 263-280. http://dx.doi. org/10.1111/j.1467-6494.1991.tb00776.x
Callan, M. J., Kay, A. C., & Dawtry, R. J. (2014). Making sense of misfortune: Deservingness, self-esteem, and patterns of self-defeat. Journal of Personality and Social Psychology, 107(1), 142-162. http://doi.org/10.1037/a0036640
Correia, I, & Vala, J. (2003). Crença no mundo justo e vitimização secundária: O papel moderador da inocência da vítima e da persistência do sofrimento. Análise Psicológica, 21, 341-352.
Correia, I, Lopes, A. R., Câmara, P., & Alves, H. V. (aceite). Does injustice reduce cognitive performance? An experimental test. Revista de Psicologia Social, 32:3, 462-481, DOI: 10.1080/02134748.2017.1352168
Correia, I. F. (2000). A teoria da crença no mundo justo e a vitimização secundária: Estudos empíricos e desenvolvimentos teóricos. Psicologia, 14, 253-283.
Correia, I., (2010). Psicologia Social da Justiça: Fundamentos e desenvolvimentos teóricos e empíricos. Análise Psicológica, 28, 7-28.
Correia, I., Salvado, S., & Alves, H. (2016). Belief in a just world and self-efficacy to promote justice in the world predict helping attitudes, but only among volunteers. The Spanish Journal of Psychology, E28. doi: 10.1017/sjp.2016.29
Cunha, F., Marques, S., & Rodrigues, R. B. (2014). GerAções Lx: Pilot project to decrease ageism and promote a positive self-concept in youngsters and seniors. Journal of Intergenerational Relationships, 12(2). 184-191. DOI: 10.1080/15350770.2014.901018
Elovainio, M., Singh-Manoux, A., Ferrie, J. E., Shipley, M., Gimeno, D., De Vogli, R., ... Kivimäki, M. (2012). Organisational justice and cognitive function in middle-aged employees: The Whitehall II study. Journal of Epidemiology and Community Health, 66, 552-556. doi:10.1136/jech.2010.113407
Fiske, S. T., Cuddy, A. J. C., Glick, P., & Xu, J. (2002). A model of (often mixed) stereotype content: Competence and warmth respectively follow from perceived status and competition. Journal of Personality and Social Psychology, 82, 878-902. Doi: 10.1037/0022-3514.82.6.878.
Hawkley, L.C., & Cacioppo, J.T. (2010). Loneliness matters: A theoretical and empirical review of consequences and mechanisms. Annals of Behavioral Medicine, 40, 218-227.
Lefevor, G. T., Fowers, B. J., Ahn, S.,  Lang, S. F.  & Cohen, L.M.  (2017) To what degree do situational influences explain spontaneous helping behaviour? A meta-analysis. European Review of Social Psychology, 28:1, 227-256, doi: 10.1080/10463283.2017.1367529
Lerner, M. J. (1980). The belief in a just world: A fundamental delusion. New York, NY: Plenum Press.
Marques, S., Vauclair, C.M., Rodrigues, R. B., Mendonça, J., Gerardo, F., Cunha, F., Sena, C & Leitão, E. (2014). imAGES: intervention program to prevent ageism in children. Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa & Leya.
Monteiro, M. B., França, D. X., & Rodrigues, R. (2009). The development of intergroup bias in childhood: How social norms can shape children's racial behaviours. International Journal of Psychology, 44, 29-39. doi:10.1080/00207590802057910
Payne, B. K., Brown-Iannuzzi, J. L., Hannay, J. W. (2017). Economic inequality increases risk taking. Proceedings of the National Academy of Sciences, 114 (18) 4643-4648; DOI: 10.1073/pnas.1616453114
Pettigrew, T. F., & Tropp, L. R. (2006). A meta-analytic test of intergroup contact theory. Journal of Personality and Social Psychology, 90(5), 751-783. Doi: 10.1037/0022-3514.90.5.751.
Rodrigues, R. B., Monteiro, M. B., & Rutland, A. (2012). O que pensam e dizem crianças portuguesas "Brancas" sobre grupos "raciais"? O papel de duas normas grupais conflituantes na expressão e inibição do preconceito na infância. In J. H. António & V. Policarpo (Eds.), Os imigrantes e a imigração aos olhos dos Portugueses: Manifestações de preconceito e perspectivas sobre a inserção de imigrantes (pp. 185-220). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. ISBN: 978-972-31-1440-9.
Rodrigues, R. B., Rutland, A., & Collins, E. (2016). The Multi-Norm Structural Social-Developmental Model of Children's Intergroup Attitudes: Integrating Intergroup-Loyalty and Outgroup Fairness Norms. In Vala, J., Calheiros, M. & Waldzus, S. (Eds.). The Social Developmental Construction of Violence and Intergroup Conflict (pp. 219-246). Newcastle: Springer. ISBN: 978-3-319-42726-3 doi: 10.1007/978-3-319-42727-0_10
Tyler, T., Boeckman, R.J., Smith, H. J., & Huo, Y.J. (1997). Social justice in a diverse society. Colorado: Westview Press
Vala, J., Brito, R., & Lopes, D. (1999). Expressões dos racismos em Portugal: Perspectivas psicossociológicas. Lisboa, PT: ICS, Imprensa de Ciências Sociais.
Vauclair, C. M., Rodrigues, R. B., Marques, S., Esteves, C., Cunha, F., & Gerardo, F. (2017). Doddering but Dear... Even in the Eyes of Young Children? Age Stereotyping and Prejudice in Childhood and Adolescence. International Journal of Psychology. doi: 10.1002/ijop.12430.
Vicente, I. & Correia, I. (2016). Crença no mundo justo, coping e bem-estar em vítimas  de bullying. In Lima, M.L., Marques, S., Bernardes, S.F., Pereira, S. (Orgs). Psicologia Social da Saúde Investigação e Intervenção em Portugal (vol 2, 15-28). Lisboa: Edições Sílabo.